aos dias de pôr, próxima aos do nascer

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Abismo sentimental empedrado

Quando entrei naquela reação...

Pensei que não iria suportar

Ebulições!

Catálises!

A pressão atmosférica padecendo,

Sobre minha pouca memória

Sobre minhas pouca e raras conexões

Tantos fios e curtos circuitos...

Frisantes...

Não pense!



Oh! Meu Deus!

Desculpas, a poluição...

Desculpa, mas pensei...

Adicionei junto à física

Momentos pensativos...

Oh! Juro Meu Deus! Não tive a intenção...

Aquele átomo me avisou,

Mas, nem reagi.

Pois, os elétrons recém estavam fluindo...

Mas, agora entrei em novo Mundo!

É de imediato, confesso, tudo confuso!

Tenho o que dizer, mas fico calada...

Ah... Mas eu respondo a massa dos elétrons.

E agora? Saída? Portas?

Mas, como?

Essa poesia... Essas escritas confusas e distantes

Palavras tão atraídas e desejadas...

Ninguém entende.

Fala de coisas que a minha mente disse

Pra eu nem colocar aqui!

Bem aqui!

E aqui, escrito está...

Só quero poder introduzir o teu

Conceito em algum tipo de movimento

Pode ser rotação, ou...

Analisar trações sem cargas

Quem sabe...

Ah, deus.

Perdoai-me, por esse pensamento.

E tão profundo e intenso desejo...

Um comentário:

Anônimo disse...

leitura intensa.