aos dias de pôr, próxima aos do nascer

terça-feira, 29 de junho de 2010

Frações das coisas


Talvez eu tenha irradiado incógnitas às suas decisões,
Talvez evapore do meu crepúsculo o que sempre existiu em mim: o amor...
Talvez eu detenha mais repugnância diante do tempo...
Talvez eu catalise o que ainda não se manifestou em mim...
Talvez eu pontue ainda mais o que chamo de escrita...
Talvez eu emita descargas elétricas a questionar por ares...
Talvez eu use minha sabedoria para desafiar meu crescimento
Talvez eu reavive o que se tornou inválido em mim...
Talvez eu não entenda mais as frações de segundos...
Talvez eu não espere os fatos se acomodarem...
Talvez eu não mais faça seleções pertinentes...
Talvez eu me entregue mais facilmente...
Talvez eu conquiste o que chamo de voar...
Talvez eu não encontre poemas para descrever mais um fato...
Diante de tempos, admirações, incógnitas e ilusão,
Surge em mim o que recito como alma encantada...
Reavive o que padeceu por lágrimas,
Vem junto com minha força o que chamo de mais um aprendizado...
Padece nesse momento o que faltou em outros tempos de derrotas...
Hoje, detenho o que designo de crescimento.
Enfim,
Não mencionava que os nossos lábios não mais se tocariam
Ah, “se eu soubesse”...
Teria feito daquele instante o mais eterno possível,
E assim que a magia vagasse em outros tempos...
Aquele momento finalizar-se-ia com sussurros instigantes: eu te amo!

íntegro divino


Fiz de mim o segredo diante desse fato
Fiz de mim a força necessária diante de perdas constantes
Fiz de mim a angústia cautelosa
Fiz de mim e do meu miocárdio o que nunca faltou: amor...
Fiz de meu leito o habitat da fidelidade
Fiz de mim a magnitude que espelha meu ser
Fiz de mim passos mais firmes e sólidos
Fiz de mim o riso irônico e decepcionado
Fiz de mim o fato cômico despercebido
Fiz de mim o entendimento de que não era você
Fiz de mim o puro romantismo oferecido
Fiz de mim o que não deixei aos outros fazerem
Fiz de mim a angústia necessária e produtiva
Fiz de mim e das minhas lágrimas eternas construções
Fiz de mim e do meu sofrimento o guia para o amanhecer
Fiz de mim bases íngremes para o nosso mundo
Fiz de mim um alvo de compreensões
Fiz de mim a arte da escrita e um poeta significante
Fiz de mim a percepção de um outro universo humano
Fiz de mim novos horizontes, novas culturas e novas pessoas...
Fiz de mim o desafio necessário para viver ainda mais
Fiz de mim a vitalidade guiada por tua voz
Fiz de mim alianças para um novo labirinto romântico
E, ainda, fiz delas a entrega para seu habitat original,
Elas: nem em mim, nem em você, nem em nós...
Apenas, na loja.
Fiz de mim o segredo diante desse fato, mas eram nossas!

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Aliás, se encantou comigo em que situação?
Num diferente momento em que disse: não uso tintas e nem objetos metálicos no corpo.
Encantou-se ainda mais quando constatou isso.
É, realmente, você quis um pouco do meu estilo: nenhum.
A anormalidade existencial humana deve ser analisada, não a nível dos comuns e sim dos diferentes de hoje e dos sujeitos raros do outro dia: vai ser bonito.
Faz-se necessário uma escuta verbalizada. O teu silêncio e suas palavras mudas só banalizarão minha espera.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Definição do meu inverno

 contínuo e interrupto.
talvez o mais significante diante dos meus sentidos...
o que renasce no escuro e morre em sombras;
faz da minha derme planícies íngremes e ressecadas
descama minha angústia e revive o meu leito
excita o labirinto do meu sangue venoso
interrompe qualquer faixa cardíaca;
faz do meu sangue morno o fervor de uma paixão
abstrai o veneno do meu lado elétrico e desafiador
figura em mim o que designo de resistência proteinada
impulsiona-me para o calor humano;
regride meu desejo pelo morno;
impulsiona-me o beber quente cafeinado
movimenta com minhas calorias
afoga no meu habitat o que borbulha entre águas...
direciona os ventos nas minhas partes frias;
o inverno: bem-vindo! 
entre ventos, neblina e fervor....
entre sombras, luzes e energia....
entre tantas pessoas; entre tantos amores...
inevitável deixar o inverno passar...
inevitável não viver nas sombras nesse período...
inevitável não fazer amor...
inevitável renascer de cinzas...
deixe o mofo, mas não mofe em torno de seu caráter...
viver só na fumaça, não dá.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

O que de fato se deixa passar é a educação dos animais; o que se deixa consolidar é a ingorância humana.
"Olhem só, duas análises são feitas quando imediatamente o coração bate mais forte, uma é a certeza que estou apaixonada e a outra é o vôo da borboleta, você corre atrás e o vento a leva, mas você presta atenção em outras coisas e ela vem pra ti".

quinta-feira, 17 de junho de 2010

A perda faz com que eu beba as minhas angústias e detenha mais sabedoria diante da força.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Em tais profundezas...

Aquela arborização tornou meu sentimento investigativo
dependente da sua imagem e dotou minha essência
de puro, intenso e profundo silêncio...

Aquela Lua trouxe a criatividade necessária
para relembrar nosso encontro,
e veio com tudo...
entrou naquela mata,
correu até minha existência,
padeceu sobre minhas formas,
e o escuro me levou até  você...
Uma chama enorme animou a manifestação
e nesse instante o que foi um beijo...
transformou-se  na arte do amanhecer,

Aquela pertinente floresta,
com seu aspectos morfológicos distintos
fascinantes e um tanto complexos
formas, vultos e visões...

Sombras, estrelas e a lua...
Neblina, lodo e acima de tudo:
Aquele romantismo do qual eu mencionei ao lembrar do seu rosto...
Aspectos evidenciaram o surgimento de um sentimento.
Subjetivismo e muitas paisagens...
Abstração do meu ser orientados pelos teus sussurros...

E eu padeci naquele leito escuro...
Sobre pedras rochosas e íngremes ao nosso amor...

 Usufrui das nossas vozes
A fim de imaginar mais e mais
Sobre aquele vento forte, frio e questionador...

Ainda não acordei.
Sonhar exige estar em transe,
Exige-se amar,

Era uma Floresta Encanatada...
Meramente um pensamento movido à gás...

 Desculpas, não trouxe flores...
Era um parque de preservação!!!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Definição da minha saudade...

Definição de Saudade...
Saudade é algo estranho totalmente vazio que sinto em meu coração...
Saudade vem e vai como o vento, sopra e sussurrar seu nome nas noites frias de inverno.
Leva consigo os meus pensamentos...
Chega de mansinho e ao poucos se a poderá dos sentimentos meus.
Saudade se tem de pequenos momentos da vida...
De um simples sorriso seu, de um abraço de prender o ar e tirar suspiros...
De por alguns instantes a sensação de estar no ar...
Do beijo roubado ou simplesmente imaginado na falta de coragem de pedir ou de roubar...
Fico eu a imaginar...
Hooo saudade será que é meu lamento ou na verdade um tormento...
Só você tem a resposta.
Ainda me livro deste sentimento...

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Sujeito das minhas perguntas

O amor...

Invade e penetra com todos os sentidos
Grita, berra e chora.
Pede, promete a apavora.
Canta, sorri e vai embora.



O Amor.
Abismo mágico que contempla olhares
Devaneio e pureza que descontrola o corpo
Uma brisa, um frescor, um perfume, uma essência...
Esse é o amor, esse foi um amor, esse será meu amor...
Um desenho com pseudônimos
Um mundo vago, puro e tranqüilo.
Uma desilusão, decepção e muitas inconformidades...
Lágrimas, prantos e doenças...

O Amor...
Superação, vitória e arte final.
Leve, leve o amor...
Mande flores, distribua serenidade!
Encante sua magnitude.
Entenda a sua subjetividade,
Descubra seus genes,
Manifeste-se pela Vida.

Viva!

Pois o Amor:

Contempla, canta, berra, chora e vai embora.

Não há quebra-cabeças
Não há regras
É um jogo
Em que a conquista é dita
No respeito e na fidelidade
O coringa: é você


Esse cara aí.

O amor...
Não foi feito pra ser descoberto,
E sim
Apenas amar o momento...
Pois nunca o instante do primeiro beijo
O momento do primeiro abraço
O existir do “eu te amo”
Será substituído...
E essa história de que tudo passa,
Puramente devaneio
Nem tudo passa...

Disse sim,
E a tua vida
Ficou aí.

Sabe aquela erupção
E tudo caindo
O ferrão
O veneno
Um café amargo
Uma lata de leite Moça
A repugnância
O nojo
A vontade de voar
O desejo de questionar
E a vontade de escrever
A inspiração
Tudo
Que hoje temos
É você
São vocês
Que passam em nossos trajetos
E deixam seus perfumes

Hoje
É minha Biografia

Amanhã
Talvez
A sua.

Um Due.



quarta-feira, 9 de junho de 2010

Pensamentos aleatórios, movidos por telefonemas: tua voz.
Excitação turbulenta, movimenta ou não mexe: deixa assim, eu escuto.

terça-feira, 8 de junho de 2010

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Abismo sentimental empedrado

Quando entrei naquela reação...

Pensei que não iria suportar

Ebulições!

Catálises!

A pressão atmosférica padecendo,

Sobre minha pouca memória

Sobre minhas pouca e raras conexões

Tantos fios e curtos circuitos...

Frisantes...

Não pense!



Oh! Meu Deus!

Desculpas, a poluição...

Desculpa, mas pensei...

Adicionei junto à física

Momentos pensativos...

Oh! Juro Meu Deus! Não tive a intenção...

Aquele átomo me avisou,

Mas, nem reagi.

Pois, os elétrons recém estavam fluindo...

Mas, agora entrei em novo Mundo!

É de imediato, confesso, tudo confuso!

Tenho o que dizer, mas fico calada...

Ah... Mas eu respondo a massa dos elétrons.

E agora? Saída? Portas?

Mas, como?

Essa poesia... Essas escritas confusas e distantes

Palavras tão atraídas e desejadas...

Ninguém entende.

Fala de coisas que a minha mente disse

Pra eu nem colocar aqui!

Bem aqui!

E aqui, escrito está...

Só quero poder introduzir o teu

Conceito em algum tipo de movimento

Pode ser rotação, ou...

Analisar trações sem cargas

Quem sabe...

Ah, deus.

Perdoai-me, por esse pensamento.

E tão profundo e intenso desejo...

Exagerei?

Uma correnteza, uma fome, as correntes.

Cadeados resistentes, armas poderosas e trilhas tortuosas.

Garras afiadas e os trovões arrepiantes.

Gargalhadas e deboches.

Fracos!

Desmaiados e incolores...

Vagões sem trilhos

Ninguém, não havia ninguém...

Fracos!

Tu é podre.

Carniça desgarrada.

Pura crueldade.

Oh, corrente torta.

Humano?

Jamais.

Um ferro não seria tão estúpido.

Uma rocha teria alma.

Um cadeado não se fecharia.

Uma tormenta seria uma neblina.

Uma chuva lavaria almas.

Deve calar-se eternamente, crueldade.

Uma boca que não come.

Mas, não desejo tua morte.

Apenas, volte para o inferno.

Isso basta!

Carniça podre!

Análise de um objeto

Nas idéias desprevinidas
Num momento descontraído
Mensões de uma paixão supérfula são ditas.
Oh. Período sentimental.

Minhas teclas são duras
um tanto objetivas;
pode ser frieza ou cautela
e até mesmo amor...

Estranho são as minhas respostas;
normalmente volta em forma de perguntas.

O tal mundo meu é assim:
dizem que sou fria,
mas minha plenitude centra meu caráter.

Pode ser também, racionalidade de mais no meu íntegro.
Vou procurar descubrir aonde se esconderam as emoções,
mas tenho medo de achá-las...
tenho medo do novo!

Não reprime.



Post

Sou esquisita ao ponto de entenderem minha configuração de forma distorcida.
Não é isso.
O que será: eu não sei.

Bem assim

Fiz um balanço das minhas frases: transmito palavras curtas.

Aspectos relevantes a cerca da existência humana

Considerar os fatos como relevantes
Aprimorar o pensamento crítico e tolerante de um ser
Revelar-se diante da concepção humana
Trabalhar com suas esperas
Mover um diálogo inovador
Cuspir em concepções banais?
Valer-se de atitudes éticas
Buscar o conhecimento construtivo
Fugir de olhares escuros
Guiar-se em plenitudes luminescentes
Ousar ser ouvinte de uma crítica
Pronunciar delicadeza íntegra na fala
Desenvolver-se como ser humano sábio
Ser ouvinte no processo da fala
Expressar-se conforme a sincronia da situação
Consolidar o coração de harmonia e...
Regar sua alma de pureza!
Boas escolhas.
Bons frutos.