aos dias de pôr, próxima aos do nascer

terça-feira, 30 de agosto de 2016

bye

Estou me despedindo, de leve e de soco.  Faz alguns meses que decidi ficar num vai e vem, em vem e vai. Num fica e volta e ama não deixa de voltar.

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Conheci gente de face bonita, fui a bares e dancei que nem guria solteira. Aproveitei, escrevi em lugares bacanas, debaixo de plátanos da Universidade. 



Participei de uma maratona a qual fiquei em primeiro lugar. Conheci mundos gastronômicos e gente alternativa. Comprei um macacão e um abrigo fundilhado. 

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Já faz um ano e três meses. Que é bem pouco pra decidir alguma coisa? Ah é? Em poucos dias já havia decidido em ficar nessa lenga-lenga da qual estou me despedindo agora. Pouco é nada, né?

Pouco é coisa de quem acha que é pouco. 

Pude conviver com um Ser maravilhoso, pleno de lisonjas e prazer. Encontramo-nos em acasos e descasos da vida comum. Ousamos a permitir mais um amor e até hoje estamos permitindo a nos conhecer dia-a-dia num poema vivido e num relacionamento de liberdade.



Ah, Cidade Cultura!
Registro meus agradecimentos!
Tens as mulheres e homens tão bem amados!
Assim como São Chico, Santiago e Porto Xavier.

O boqueirão ... Ah, como eu orgulho num beirão...

Mas Santa Maria me deixou não entre as três Marias, nem as duas, nem uma... Deixou-me de quatro. Caidinha! 

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Flores do teu jardim



Eu olho as pétalas e vejo o teu sorriso plantando flores! 

Eu olho o jardim e te sinto em cada
Espécie...
Eu olho as petúnias, o amor perfeito
E penso que as rosas que plantou 
Na semana passada
Brotarão pra sempre, ano após ano
Nessa terra. 
Assim como a saudade que será também eterna!
Colorida e perfumada, como sempre foi...
Como sempre foram as flores do teu jardim.


Eu olho o espaço da cruzadinha
e penso em colocar uma semente
aguar e esperar a palavra formar
como tu sempre fazias 
para completar o espaço do meu jardim
que agora tem um eco incessante da pronúncia
saudade.

parece que nada foi embora
mesmo não vendo mais tuas mãos no jardim, na terra
 eu sinto o cheiro das rosas
mesmo não vendo o teu sorriso
eu a vejo porque eu sempre sorria junto
mesmo não vendo o teus passos
eu a sigo porque eu a vi andar muito
andar pelo pátio,
pelo jardim, indo e vindo...

olhava de longe e aproximava depois
para ajeitar um galho que estava meio torto
às vezes, fazia muito frio e mesmo o tempo assim, chamava-me
para mostrar o quanto estavam lindas, as flores
para contar as tantas cores formadas
como se fosse uma caixinha de surpresa
a espera de uma rosa abrir,
de uma pétala nascer.

assim, eu agradeço a cada flor daquele pátio
que soube muito bem arrancar sorrisos de ti,
minha vó eterna!

meu amor sem fim!







terça-feira, 9 de agosto de 2016

Ah ha aham

Aqui eu vivo
Há o que viver
Há vida
Desde que te vi

Aqui me vi
Há o que ver
Há olho
Desde que nu


Mila Journée_____.