aos dias de pôr, próxima aos do nascer

sábado, 31 de outubro de 2015

Feliz do Felix com Cheerleader, perfeito!

Escutar e colocar no: repetir 

Um mês atrás, a equipe do POP avisava que o remix da canção do jamaicanno OMI tinha tudo para se tornar o hino do verão nos Estados Unidos. Algumas semanas depois, a canção já conquistou a terra natal de Hugo Chávez.


sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Vibe latina

A vibe latina finalmente entra no ranking, com o cantor de reggaeton Yandel. O puerto-rico deixou seu companheiro de longa data Wisin para gravar este hit caliente.


quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Ex-crevo

Eu conto um conto, então.
Não conto a minha vida,
mas posso escrever um poema
que tudo será revelado.







Escrevo na folha da mesa
na madeira
na folha de árvores
que caem
sobre a cabeceira 





Escrevo a fusão de dois amores
o meu
e
a fumaça
que é uma bosta
uma bosta
que mata

que a fumaça
mata a bosta
da vida que há
quando se tem que tragar
pra pensar
pra poetar
pensar pra escrever
uma bosta da vida
que matou
o poema
que não foi
tragado em nada.






Ex-fu amante
seria como se eu
Ex-crevesse
com SS's. 



bate trailer de 'Star Wars' e é a melhor estreia do ano no YouTube!!! Irrrrá!


Adele lança clipe do single 'Hello'


Faixa está no seu novo disco, '25', o primeiro em quatro anos.
Aguardado álbum deve ser lançado no dia 20 de novembro.

Adele no clipe do single 'Hello' (Foto: Divulgação)
Adele no clipe do single 'Hello' (Foto: Divulgação)


A cantora britânica Adele divulgou nesta quinta-feira (22) o clipe do single "Hello", que estará no seu novo disco, o primeiro em quatro anos, intitulado "25". O aguardado álbum deve sair no dia 20 de novembro.

Assista ao clipe!



quarta-feira, 28 de outubro de 2015

pequenos poemas




No hemisfério triste,
faz parte
apartar-te
de mim
uma pedra no papo

parar o cigarro
do pulmão
puta que pariu


No céu blue
que é azul
azulejo  a parede
da tua pupila
pra agraciar o brilho
do teu olho
debaixo da estrela
maior



pisca
que eu pisco
beija
que eu beijo
ama
que a vida
lhe trará
amor



a única coisa
que cobre nosso sorriso
é o beijo

e o beijo
nos cobre de amor

e o amor
é raro

e nós?
simplesmente
aterrizadas
uma na outra... 

eu te amo muitíssimo 
ok
não é para tanto
é
para sempre! 




quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Uma Boca Cama de Sexo!!!!

Resolvi postar um conto erótico, depois de meses sem apimentadas por aqui… Voltei!
Divirtam-se!
Bye… Bye…
Porque quem tem boca come a Romã!
Uma jalapeño, delícia também!


Garota Infernal - Amanda Seyfried and Megan Fox - melhores cenas lésbicas no cinema

Uma boca cama de sexo

- Estás servida, amor?
- Sim, meu bem.
- Vamos tomar um café, então.
- Tá ok, eu pego o chocolate.

Coloquei o chocolate entre meus dentes e logo em seguida, caiu no meio da língua. Entre uma palavra e um beijo, derretia como quem faz carinho no rosto. Derretia aquele quadradinho gostoso. Aos poucos, perdendo sua forma. Minha boca, toda untada de cor marrom. Meus lábios, apeteciam colorir os teus.

Com a mão direita, encostei suavemente teu pescoço e aproximei meu tronco junto ao teu corpo. Cochichei no ouvido: “alguém mais vai querer chocolate”? Respondeu-me com um gemidinho molhado e logo de boca, entrou na minha.

Dividimos o gosto doce através dos encostes das línguas, em movimentos circulares e improvisados. Com a mãe esquerda, tateei os botões da tua camisa. Comecei pelo primeiro e mais um gemido ouvi escapar de ti.  O corpo tremia em pulsações repetitivas e a calcinha já azeitando os lábios inferiores.

Deslizei meus dedos como a suavidade de uma pluma ao quedar no chão. Parecia que estava tocando uma sinfonia, dedilhando as teclas de um piano. Continuava beijando serenamente seus lábios e os dedos entrando em contato com a tua derme, a pele, o cheiro.



Tocar em teu seio era uma das coisas mais excitantes que já pude sentir, dentre as outras que conheci.  Aproximar meus dedos junto ao bico dele era como se fossem polir pontas de pedras raras.

Já dentro de sua camisa e com os botões arredados, envolvi meu braço pela tua cintura e comecei, com a ponta da língua, aproximar o seio. Sem encostar na pontinha deliciosa, mantinha minha boca próxima dele, soltando um ventinho pelos dentes e oferecendo movimentos com os lábios.

Fui surpreendida quando segurou firme meu pescoço e empurrou teu seio dentro da minha boca. Assim, movimentava meu pescoço e uivava baixinho como um vento norte zambo. Meu tronco firme e bem colado na tua boca, ou melhor, bem melhor: minha boca engolia teu seio e a língua num sentido norte-sul acariciava aquele bico excitado e firme de tanto sangue.


Minha língua ousou uma descida mais íngreme, percorri tua pele com o gosto que polvilhava de mim. Reclinei teu corpo, ainda sentada na cadeira, beijei o rosto, pescoço e as mãos seguravam – agora – a cintura. Perguntei-lhe:

- Vamos para o quarto?
- Não. Vamos ficar aqui…
- Vamos pra nossa caminha, só um pouquinho. Não consigo te enlouquecer do jeito que almejo neste lugar.
- Mas eu quero te comer aqui!
- Eu é que estou te provando, meu amor… Deixa-me continuar na cama!
- Venha, então.



Ela segurou firme minha mão e conduziu ao quarto. Agarrou a cintura e encostou junto à borda do colchão. Ela quem estava me levando aos céus, naquele momento. Então, joguei meu corpo seminu sobre o colchão. Fiz poses de quem estava desejando ser experimentada. Ela aproximou com cuidado, tirou minhas calças e conversou com meu ouvido:


- Alguém quer me dar a bundinha hoje? Hein? Alguém quer que eu beije essa bundinha deliciosa? Hã? Quer? Alguém quer que eu dê um beijo de língua nela? Quer?
- Ai, amor. Que delícia. Eu te amo! Eu te amo! Eu te amo!

Já estava impregnada de lubrificação própria. Sentia escorrer entre minhas coxas. Desejava os dedos longos, desejava suas mãos, desejava o toque dela dentro de mim. Desejava que ela entrasse profundamente. Desejava pertencer a ela e mais nada.

Então, fiquei de costas diante dos teus olhos. Abri as perninhas e senti uma língua quente contatar com meu pescoço. Entre mordidas e beijos e passar de língua e saliva, ela percorreu minhas costas e começou acariciar a parte superior dos meus glúteos, com os seios. Colocou, então, a lateral do dedo indicador em contato com minha pepeca. Disse-me:

- Meu amor, que delícia que tu é. Minha gostosa. Como pode ser tão deliciosa? Nossa, toda molhadinha que escorreu entre meus dedos, meu amor. Te quero toda, agora. Te quero toda, sempre. Vou molhar tua bundinha com o teu gozo. Vou te untar, azeitar, estremecer teu corpo.  Quero comer tua bunda e lamber teu … Tu deixa amor? Deixa, minha princesa? Eu te amo, minha linda!



- Venha, meu bem. Estou tremendo de vontades de ti. Estou quente por tua língua em mim. Tenho erupções pelo teu vulcão iminente.
Começou a lamber suavemente o caminho que percorre a abertura da bunda, em direção à entrada anal. Senti um vapor quente deslizando em sentido vertical, em pausados movimentos. Já dimanava fluidos pelas coxas, transbordavam de tal jeito, no instante que desceu a língua até o clitóris, formou um fio espesso de lubrificação da ponta da língua até o meu ânus.

- quanta secreção, delícia minha! Credo, minha amada! Quer meu dedinho nela também? Ou quer apenas minha boquinha nele? Vou penetrar bem lentamente meu dedinho na pepequinha, tá amor?

- isso, amor… Isso, eu sou tua. Meu corpo é todo teu. Faça do jeito dos teus desejos e amores por mim. Faça tua língua implodir dentro dele.



Enquanto a língua – extasiante -  da minha amada traçava a bunda de norte a sul, meu corpo respondia com gemidos descontrolados. Seu dedo adentrava a pepeca, vagarosamente. A língua, cada vez mais quente e frequente na cinética. Com o polegar, tocou o meu clitóris. O corpo foi ao ópio, à loucura de prazer. 

Enxerguei mais nada de tanto prazer. Sentia que além daquele sexo, o amor estava presente em cada toque. Parecia surreal e tão real. Senti o que nunca havia oferecido aos meus sentidos a oportunidade de sentir. O sexo era um segundo sexo. Percebia o corpo dela amando tocar o meu. 

Por isso que eu abrangia tanto prazer. Um sentimento envolvente e sedutor. Eu quis me entregar toda, como se fosse meu primeiro amor, o primeiro orgasmo, o mais inebriante. Como se eu explodisse dentro da boca e lábios dela e depois agarrasse com unhas e dentes a explosão.



Não vencia apagar tanto fogo, estagnada pelo prazer e imóvel pelo desejo e amor. Apenas consenti ser amada e comprovada pelos teus dedos. Adjudicar e entregar as inovações do deleite das quais nem sabia que era capaz de sentir em vida.

Duas mulheres extasiadas pelo ópio sexual e quente. Oferecia tanto prazer a ela à altura do mesmo prazer que sentia. Os pares ação e reação nos fartaram além da ciência. O meu desejo tocava seus dedos e estes faziam nuances em minha alma.

Diante de tamanha incompreensão do fato, nada deveria explicação: no amor, nada se explica. Apenas implicamos a ele e o resto, tornou-se o amor fervoroso e insuscetível de qualquer graça e anistia. Sujeitamo-nos num só corpo e espírito.



- Nossa, minha princesa, eu te amo! Amo! Amo! Amo! Quer que continue tocando teu clitóris e penetrando e beijando teu cuzinho da maneira que estou?

- Mais, amor. Mais, meu bem. Estou estremecida e teus dedos impregnados de tanta lubrificação.

- Então, continuarei tocando e beijando. Mas desejo provar o gosto do teu gosto em minha boca.



Então, ela me virou. Ficamos frente a frente. Sua boca estava dilatada e rosada. Abriu minhas pernas e sua língua entrou no meu âmago, nas minhas fisiologias. Os lábios movimentavam-se enlouquecida vezes. Que belo sexo oral!





- Ai, que boca caliente e gostosa! Ai, amor.. Ai, amor! Quero mais, mais, mais!

Ela projetou a língua pra frente e pressionou contra a abertura da minha buceta. Encostando, então, toda a face junto a ela. Em repetitivos movimentos enlouquecedores, minha boca já balbuciava o gosto do gozo. Os teus olhos me espiavam por cima, como se eles tirassem fotografias das várias expressões do meu rosto, do prazer que estava me conferindo. Teu olhar me excitava, tirava o eixo de órbita e eu só queria saber de ti na minha vida, por toda a minha vida…



- Minha mulher, tu é minha! Minha, minha! Eu vou explodir na tua boca, amor… Daqui a pouco, quase nada pra estourar.

- Ai, delícia, amada minha! Quero sentir o que se é produzido dentro de ti. Quero lamber teu gozo, sentir o gosto, saborear minha boca com tamanho sentimento. Vai, meu amor… Vai… Vai pra dentro de mim!

- Meu amor, ai.. ai.. ai.. ai… aiiiiiiiiiiiii!!!!!! Minha mulher, eu te amo!
Explodi por fora e dinamitei por dentro. Fervi e esfriei ao mesmo tempo. Sinapses e arrepios. Céu e céus. Parecia que estava caindo do céu ou quedando de Paraquedas. Jorrei o fluído na ponta de sua língua… Fui ao ópio e acabei tornando viciada na tua boca, lábios e língua.  Viciada em ti, na tua vida.



Ainda bem que estou casada contigo… Eu te amo!

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

o toque... o prazer!


Ouço em cada tudo que olho, o barulho do teu toque
o toque das tuas mãos tão lisas e firmes
deste amor, em cada coisa tocada, produz sinfonia
o prazer que nos transmuta, bate e volta
entre nosso corpo
faço em todo o teu corpo, o suave toquei mais perfume
porque, deste amor, o prazer é amor
o perfume é um gozo cheiroso
porque é amor

e isso me traz prazer

porque


a tua vida é o prazer
que me apraza
das coisas, do azar
do zunido do dia-a-dia
da azia
daquelas vadias
que graças a Deus
há dias que jazem
na arqueologia



a tua vida é um prazer
que me azeita
da coisa, do gozo
do sono
ZzzZZZzzz



a minha vida é prazerosa
quando tenho teu cheiro
em mim.
quando perfumo a pele
com teu exalo
em mim.
quando tive o prazer em
conhecê-la,
o prazer foi todo meu
e em mim. 








quarta-feira, 14 de outubro de 2015

E o noivo pode beijar a ... Marília




Marília de Dirceu,
 aqui neste contexto, não.

Marília de Eduardo,

sim.
Edu de Mar também!

O Mar e a Ilha

O Edu e o arado
Um Marilhado de emoções
e amor de Marília
com Eduardo.

O Mar arado

que Eduardo soube
arar, expondo o amor
à ação do sol
e fotossintetizando
a Marília em sua terra,
em seu coração.

Casaram-se, 

e vivem felizes
desde o dia em
que brotaram na vida!



E o noivo pode beijar a...



Noiva, a mulher, a companheira... E esse beijo ecoará enquanto os lábios puderem se desejar e os olhos flamejar o sentido de estarem juntos. 

Como o nome já traz as letras que formam a palavra CASA, eu é que não vou explicar as duas últimas sílabas. Tudo bem, as coisas não se explicam, elas se vivem e partem de vivências também. 

Vou ousar numa tentativa: escrever sobre o amor de duas pessoas. 

Duvido, mas eu duvido alguém que não se emocione ao ver uma mulher trajando um tecido branco. Ou melhor, uma noiva desfilando no tapete vermelho. Ou bem melhor, uma Mulher linda e que durante aquele momento – completa-se de beleza, de felicidade, de prosperidade, de amor. Linda mesmo, bela de viver. Ela vestia branco e o reflexo de seus olhos faziam o espelho da áurea e de sua essência.  Formosa e polida. Linda!

Não há pessoas no mundo que não discuta sua beleza, não há noivo no mundo que se arrependerá desse dia. Dando certo ou não, dando ou não. Ninguém esquecerá o dia e tampouco a cor do vestido da noiva e da garotinha que passeou com duas alianças, com o elo, o fecho e desfecho.

Mas eu torno a escrever, que noiva linda. Linda mesmo! Por fora, tudo bem. Mas espelhar a sua pintura interior pelo rosto e escorrer as cores pelos olhos. E ainda, sorrir diante de cada convidado, saudar a todos e sorrindo e firme. Tudo bem? Sim, é tudo bem. Mas é tudo amor e reconhecimento diante do empenho dos familiares: pai, mãe, irmãos, avós, tios e primos e amigos e conhecidos e estranhos...

Naquele instante, havia a levíssima sintonia de andarem juntos. Mesmo o noivo com o sorriso estagnado e mãos trêmulas, ansiosas… Nada menos, né? Nada de menos. Esperar um ônibus em atraso já nos remota a dobrar os dedos. O que deixamos para o noivo, então? Pensamos, num primeiro momento, que é estranho chegar à igreja, cumprimentar o noivo e olhar para o lado e…  Mas estranho seria se eles não fossem apaixonados um pelo outro e se a noiva chegasse primeiro que Ele. Acontece, eu acho.

O noivo, geralmente, não sente o frio que a noiva sente. Mas o frio que ambos sentem, é o mesmo. Acredito que a temperatura fica coisa inexistente e insensível diante do calor que os levaram à igreja, ao altar, aos dizeres de “na alegria e na tristeza”, ao Sim e o noivo pode beijar a noiva…



Parabéns Marília e Eduardo pelo belíssimo casamento. Digo novamente, estavam lindos mesmo! Desejo um eco de felicidade e um oceano repleto de emoções ainda não experimentadas. Desejo um rio de águas doce e o mar de sais cristalinos. Desejo que os desejos da vida dos dois sejam realizados!

Tim-tim!

https://vimeo.com/142192113

Camila Jornada

A dois passos de uma vida...: ABNT do amor

A dois passos de uma vida...: ABNT do amor: O limite do amor é a única coisa no orbe que nunca terá alcance no Sistema Internacional de Medidas tampouco regras ABNT ...

ABNT do amor



O limite do amor
é a única coisa no orbe
que nunca terá alcance
no Sistema Internacional de Medidas
tampouco regras ABNT




Aposta?
Bosta é o amor
Não
Tido


Numa proposta
de quem não tocou
a estrela cadente na terra
e os pés fora da coisa




coisa essa denomis
de Ar


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--

--




uma vez eu disse:
locoste, la costa!
tudo bosta.
Ahh
feliz do jacaré! 


quarta-feira, 7 de outubro de 2015

o que passou não passou.


Tirei os calçados, lavei o rosto
já é tarde,
o suor cedeu e eu perdi tudo
tantos dias como o de hoje
Um dia, lava-se o rosto
o gosto é desgosto
das escolhas, das coisas,
dos homens, das mulheres


---


noutro, o amor não gasta
tampouco desgasta
sempre é tão pouco,
O amor,
é tão pouco
é amor mesmo que ele mesmo
não se basta!
eu gosto de usar o B de bosta.

Amor pouco não é nada.
Amor pouco nem ele
merece. 


--




Um dia, não mais te amarei
tu sabes, sabes bem
amar-te-ei no dia de ontem
nos cafés passados,
nos sorrisos amarelados
no bolor do pão
na vida embolorada
que a gente comeu.


--

Não mais amarei
tu sabes, meu bem
meu bem,
que és tu que sabe
que amar não ei

--

Um dia entenderás,
quando tirar os calçados
que alívio dará.



Ou será esse Um dia, o dia de amanhã?

meu amor,
será o dia em que jamais
darei um passo
para trás
que jamais pensarei
em sumir da vida. 




Eu te amo!
em café passado que não passou
em sorriso amarelo que não abordou ao amarelejo
no passado apenas para contar nossas histórias
aos filhos, aos netos
às nuvens.



Eu te amo!
pra não dizer que um dia eu te amei,
então, logo, digo

que eu te amo!



ah, mas como eu amei
ainda te amando,
como pode?
ser o transcorrido e tempo presente


como pode?
é sintonia, amor
assim que tomamos um café
já passamos outro.