o que passou não passou.
Tirei os calçados,
lavei o rosto
já é tarde,
o suor cedeu e eu
perdi tudo
tantos dias como o de
hoje
Um dia, lava-se o
rosto
o gosto é desgosto
das escolhas, das
coisas,
dos homens, das
mulheres
---
noutro, o amor não
gasta
tampouco desgasta
sempre é tão pouco,
O amor,
é tão pouco
é amor mesmo que ele
mesmo
não se basta!
eu gosto de usar o B de bosta.
Amor pouco não é nada.
Amor pouco nem ele
merece.
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--
Um dia, não mais te
amarei
tu sabes, sabes bem
amar-te-ei no dia de
ontem
nos cafés passados,
nos sorrisos
amarelados
no bolor do pão
na vida embolorada
que a gente comeu.

--
Não mais amarei
tu sabes, meu bem
meu bem,
que és tu que sabe
que amar não ei
Um dia entenderás,
quando tirar os calçados
que alívio dará.

Ou será esse Um dia, o
dia de amanhã?
meu amor,
será o dia em que
jamais
darei um passo
para trás
Eu te amo!
em café passado que
não passou
em sorriso amarelo que
não abordou ao amarelejo
no passado apenas para
contar nossas histórias
aos filhos, aos netos
às nuvens.

Eu te amo!
pra não dizer que um
dia eu te amei,
então, logo, digo
que eu te amo!
ah, mas como eu amei
ainda te amando,
como pode?
ser o transcorrido e tempo presente

como pode?
é sintonia, amor
assim que tomamos um café
já passamos outro.
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Divino!