aos dias de pôr, próxima aos do nascer

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

minhas imagens da virada

Laura Prepon, Orange Is The New Black




e essa outra 



daisy ridley,  star wars 



mais um livro, começa assim.

O teu sorriso me cobre de maneira
 à felicidade perene



o teu rosto conduz os meus olhos de jeito a te olhar
 em existência
a beleza do teu corpo, a lisura da postura, 
os lábios intimidados, a face roseada, 
a boca confortável,
confronto-me em dizer apaixonada, caso não visse isso



o meu coração perde o compasso quando vejo uma imagem tua

a minha vida toda, imploro não ser mais uma, 
quero ser a ti, 
a entrega singular! 

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Uma homenagem à minha mãe Lígia pela sua linda trajetória durante anos de serviço dedicados ao Banrisul!





Uma homenagem à minha mãe Lígia pela sua linda trajetória durante anos de serviço dedicados ao Banrisul.


Mãe,
Nos momentos mais importantes da nossa vida, percebemos quais as pessoas que fazem a diferença. Não importa a data, as pessoas insubstituíveis sempre estão lá.

Mais um ano se completando, mais um Natal e os parentes por perto. Mas esse ano é mais do que especial.
Se eu pudesse comprar algo para simbolizar esse momento, não faria. Não faria, pois existem certas emoções e passagens em nossas vidas que não conseguem serem expressas em coisas compradas. Esse ano é mais do que especial, uma comemoração a mais.

Mas, agora o momento não é único. Ele é ‘ÚNICOS’: um momento de conciliar alegria e saudade. A profunda saudade que você deixará na equipe de trabalho, a saudade dos clientes, as fofoquinhas com os colegas próximos, os estresses de quebra de caixa e reuniões cansativas de fim de tarde.


As greves, as caronas, idas e vindas de São Chico. Tudo é saudade.
Mas gostaria de dizer que a saudade só é saudade por aquilo que construímos e que vivemos para nos trazer felicidade e alegria de viver. Afinal, foram tantos anos dedicados ao trabalho e não sentir saudade seria não ter vivido nada.




Que tu continues aproveitando a VIDA... Assim...
                                            


    


Aproveite a saudade, mãe, para ser ainda mais feliz, despertar cedo e não dar ouvidos àquelas pessoas que disseram que você não deveria ter se aposentado. DEVERIA é um verbo em que não dá mais pra voltar atrás... Deveria isso, deveria aquilo.
Agora a realidade é outra e prática: Trabalhou, aposentou. Cuidou dos filhos e das coisas da vida de mulher e mãe, mãe e pai!
Agora, eu digo: PARABÉNS! Lembro-me de quando eu ia ao Banrisul contigo e ficava na mesa ao lado estudando para as provas do colégio.


Lembro quando eu te esperava do serviço com chimarrão pronto. Lembro-me de quando tu tinhas que voltar para o serviço e eu baixava os olhos de saudade.

Lembro-me de quando tu chegavas do trabalho e o João Vítor tinha quebrado mais um vidro da janela, jogando bola. É eu lembro o dia em que fui ao Banrisul lhe avisar que havia quebrado a pia do banheiro. É, lembro!!!!


Enfim,  a nossa vida também girou em torno do teu trabalho, mãe. Fez parte da nossa rotina, aliás: era uma rotina comum. Comum às pessoas que contigo conviveram e convivem.

Agora, mãe... Agora é comemorar mesmo. Viajar mesmo. Dormir mesmo. Aproveitar mesmo e o resto, ah o resto vira saudade e dela tu podes muito bem contar todas as tuas experiências e trajetórias do trabalho aos possíveis netos... Bisnetos e assim vai...

PARABÉNS!






















Ela uiva, ela é loba.

Sua lombar é o dorso cheio de pétalas
minha boca sente o cheiro
encosto o lábio na tua costa
beijo por detrás, tuas costas
derme perfumada, relva boa
pele macia, desliza a palma 
da minha língua.



dentro das noites e corpo
perdão por te querer por toda
por toda cousa, toda hora, dia
por toda a minha vida, perdão
por te querer na rua, na casa
no amor e na cama.



dentro de ti e alma
perdão por te ocupar toda
a tua mão loba, uiva meu ouvido
e quando te escuto, 
meu corpo só escuta teu nome
e a minha boca, converte-se em tudo. 

sábado, 19 de dezembro de 2015

não me amola, me amol

amor
amar é
mar é
que é
maré
del marte,
arte,
a-te,
ato,
to.
con tu
.
.
.
.




te conto
amor
contigo
e tengo
dito
to
na maré del
dol amol
molinha
mol
de amol
pol tu

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Trechos de críticas, Star Wars

Star Wars
'Star Wars' (Foto: Divulgação)
"Entertainment Weekly": "'O despertar da força' de J.J. Abrams entrega exatamente o que você quer: uma aventura muito divertida envolta em mitologia épica, uma quantidade perfeita de serviço de fã que dispara suas sinapses geeks, e um suspense final na medida que abre o caminho para continuações futuras. De certa forma, Abrams tem feito exatamente o que ele fez com 'Star Trek' em 2009. Ele tomou uma franquia da cultura pop adorada por uma legião de discípulos raivosos, tratou-a com respeito, e fez que ela importasse novamente. Só que os sapatos eram muito maiores para se preencher desta vez. O que, de certa forma, é exatamente sobre o que é 'O despertar da força' - ser digno do legado que veio antes de você." (Chris Nashawaty)
'Star Wars' (Foto: Divulgação)
"The Guardian": "'O despertar da força' redespertou meu amor pelo primeiro filme e transformou meu fanboy interior em meu fanboy exterior. Há pouquíssimos filmes que me deixam exausto após sorrir descaradamente por 135 minutos, mas este é um. E quando Han Solo e Chewbacca aparecem, eu tive um sentimento no cinema que eu não tinha desde os 16 anos: não sabia se chorava ou se aplaudia." (Peter Bradshaw)
'Star Wars' (Foto: Divulgação)
"Variety": "Revigorar a franquia com uma onda de boas-vindas de energia, calor e emoção após o ciclo mal concebido de prequel [história que se passa antes da original] lançado entre 1999 e 2005, a chegada do diretor e roteirista J.J. Abrams parece ter tido os três filmes originais em mente quando embarcou neste novo empreendimento monumental, estruturado como uma série inteligente, às vezes vacilante, de retornos para uma trilogia que cativou uma audiência global e ajudou a cimentar o paradigma do blockbuster de Hollywood. Ainda assim, a familiaridade reconfortante da abordagem de Abrams tem suas limitações: Maravilhosa como é ao apanhar rapidamente Han Solo, Leia e o resto da gangue, serviço de fã tem prioridade aqui sobre uma delicada e derivativa história que, apesar da presença apelativa de duas novas estrelas, não atiça a imaginação para o novo." (Justin Chang)
'Star Wars' (Foto: Divulgação)
"The Hollywood Reporter": "'Star Wars Episódio VII' parece o trabalho de um estudante muito capaz, um que estudou seu tema tão diligentemente e completamente que ele sabe o que fazer e o que evitar, é inteligente o suficiente para ter contratado um dos especialistas no campo, neste caso Kasdan, para trabalhar no projeto, e assegurar que outro dos principais contribuintes para o sucesso da série, John Williams, voltasse novamente após todos esses anos." (Todd McCarthy)
'Star Wars' (Foto: Divulgação)
"Vanity Fair": "Deixe-me apenas aliviar a maioria das suas preocupações imediatamente: o novo filme 'Star Wars', o filme mais esperado dos últimos tempos, é bom. Foi-se todo o vale misterioso, suavidade brilhante daqueles melhor esquecidos prequel filmes. O diretor J.J. Abrams e seus roteiristas nos devolveu para o desgrenhado e tátil espírito da amada trilogia original, evitando efeitos digitais superabundantes e debate político chato para uma sensação visceral de aventura e surpresa. Abrams fez algo magistral - ele presta uma graciosa homenagem ao que veio antes (o material bom, de qualquer maneira), ao expandir a mitologia de 'Star Wars' de forma ousada e orgânica. Obrigado Yoda por isso." (Richard Lawson)
'Star Wars' (Foto: Divulgação)
"People": "O filme deixa muito espaço para a nova geração continuar o legado, liderada pela Rey de Daisy Ridley. Ela é talentosa, inteligente e destemida, o tipo de pessoa que você quer empunhando um sabre de luz do seu lado." (Alynda Wheat)

ai céus, voltei !


Olho o céu daqui da janela
enxergo as nuvens claras
iguais as linhas da tua face
que são alvas, lustres
desejo tocar, assim, então
eu toco a pele de tua beleza
e ouso mais,
beijo-te o pescoço
beijo a boca de algodão doce
toco os cabelos que dão voltas,
rolam entre dedos,
enrolam na minha mão que segura
a intensidade que desejo
desejo, desejo, desejo
ser tua da Lua e do Dia
de corpo e alma
no que escrevo e digo
entre o céu e a terra
a coisa cega e surda
confiro-lhe a pátria da minha vida
e delimito o infinito pra te amar

interminavelmente. 

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

papá

Quero reter
Ter-lhe
Reter-lhe
Reternamente
Eterna mente

Ter
perdidas vezes sempre.
pá sempê
pápar-te
tá?
gugu dádá.





quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Lavandês de corpo e alma

Trago-lhe lavandas
Tu retribuis, o sorriso
A tua pele cheira o perfume
Lavandês inebriante,
Saltam, as gotículas aromatizam
O doce cheiro do toque, exala
No toque, teu


 

Como não amar?
Amá-las?
Talvez, não sei...

Abotoar tua camisa                             
Brotada em tua pele
Ah,
Como elas brotam!
As flores, digo...
As flores, elas.
digo,
a flor que é ela.


Coisas que a vida nos educa
Amar como se cheira a planta
Tocar como se afofa a terra,
O húmus.
O prumo da tua carne,
Devora.



Duas coisas na vida:
A coisa e a vida.
A coisa que nos dá vida
A vida que nos faz outra coisa

Eitá! Que cousa boa essa vida.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Pra descontrair, chega mais Budapest

Com apenas 22 anos, George Ezra já merece espaço pelo mundo. A canção 'Budapest', do cantor britânico foi criada em 2013, mas só conseguiu atingir o topo das paradas mundiais neste ano. Com uma mistura de folk, blues e rock, a música - infelizmente - ainda não conseguiu emplacar no Brasil.


quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Se eu não mais escrever







Se eu não mais escrever
fica junto a mim, até anoitecer.
põe sua boca na minha, se puder ser;
mas segure bem firme minha mão
tivesse de morrer, morrer...
entrelaçada aos teus dedos de giz
pra mim já morreria feliz/

Se eu não mais escrever
bater-me o coração
pra nunca mais ter
tê-lo no amor

Se eu não mais escrever
escreveria a morte
mas não sei do quê
apenas morreria sem saber por quê.

Sem amor.
sem crer que poderia morrer sem ver
a palavra morte numa letra descompromissada:

“Fui amor enquanto alguém pode ler”


quinta-feira, 19 de novembro de 2015

meu hino da morte

assomos, assomos
a morte escura no dia de brasa
inda sois, inda sois
viva e também ânsia
tristurosa!




assomos, assomos
esse hino que sois morte
ah basta! a bosta basta,
brasa e também ânsia
afogada!

assomos, assomos
vejo o fogo em meu lápis
que se afoga em brasa
assomos, assomos
assamos tudo o que um dia fora escrito.

meus dedos escrevem sobre
as nuvens
sobre a vida que vejo por cima
das criaturas vivas, ainda
lá embaixo

assamos a minha poesia
debaixo dos meus olhos de morte
magoados
acima da minha face
que escorre água salgada
feia e de gosto azedo
a minha escrita tem medo da morte!




escalda, a calda 
da minha vida
que é líquida
que escorre tristeza
que é corre-corre
que correria da morte
o amor e a poesia
correm
correm 
correm com 
os córregos por onde
circula meu sangue
nas sarjetas 
as quais encosto
minhas costas
correndo entre as coxas
as gorjetas
de cansaço. 






Dead








quarta-feira, 18 de novembro de 2015

logo mais a manhã já vem


"Ela buscou sincretizar em seu clipe os diversos símbolos que estão inseridos na letra da música. “A ideia era unir todas essas manifestações em uma seita.”


Um presságio
Eu vi também
Arrastou o céu numa conjuração
Corpos ébrios
Em confusão
A sustentação é que a manhã já vem
Logo mais a manhã já vem

O acaso
Empurra quem
Se agarra à borda, preso em negação
Solitário
Na multidão
A sustentação é que a manhã já vem
Logo mais a manhã já vem

Chega dessa pele, é hora de trocar
Por baixo ainda é serpente
E devora a cauda pra recomeçar

Om Namah Shivaya
Om Namah Shivaya

Pelo fogo
Transmutação
Sem afago, lapidando o aprendiz
O que sobra é cicatriz
A sustentação é que a manhã já vem
Logo mais a manhã já vem

Chega dessa pele, é hora de trocar
Por baixo ainda é serpente
E devora a cauda pra continuar

Om Namah Shivaya

SAUDADES

SAUDADE

SAUDADE das lembranças que me vinham
alguns poucos beijos, mas vinham
que nem algo que não se esperava
quando vê alguém já me dizia
“olha, amor: que linda aquela estrada”


SAUDADE da semana passada
o barulho das folhas, as recaídas
sua queda, lembrança linda

SAUDADE, sinto saudade
do cheiro de roupa  molhada
da chuva fria de verão

SAUDADE que já não incomoda
o fato de nunca mais ser lembrada
Por todos

Por nada.

Mas eu sinto SAUDADES
de tudo como será depois. 

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

porque apenas tive

porque lhe estou a chorar
vejo tua boca
mas não devo aproximar
porque lhe estou a cegar


porque já tens uma outra
vejo que a outra lhe tens a outra
a outra boca que almeja lhe encostar
porque apenas lhes gostaram


porque lhe estou a estar
vejo que a ti já estive
tive-lhe de todo o corpo
porque apenas tive
vou embora
já não lhe sou mais uma star.

porque lhe estive
um dia,
estive
uma noite,
ex-tive
hoje,
triste

porque é ela
e ela é o que há
porque há um tempo
eu é que fui
por lá

sábado, 31 de outubro de 2015

Feliz do Felix com Cheerleader, perfeito!

Escutar e colocar no: repetir 

Um mês atrás, a equipe do POP avisava que o remix da canção do jamaicanno OMI tinha tudo para se tornar o hino do verão nos Estados Unidos. Algumas semanas depois, a canção já conquistou a terra natal de Hugo Chávez.


sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Vibe latina

A vibe latina finalmente entra no ranking, com o cantor de reggaeton Yandel. O puerto-rico deixou seu companheiro de longa data Wisin para gravar este hit caliente.


quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Ex-crevo

Eu conto um conto, então.
Não conto a minha vida,
mas posso escrever um poema
que tudo será revelado.







Escrevo na folha da mesa
na madeira
na folha de árvores
que caem
sobre a cabeceira 





Escrevo a fusão de dois amores
o meu
e
a fumaça
que é uma bosta
uma bosta
que mata

que a fumaça
mata a bosta
da vida que há
quando se tem que tragar
pra pensar
pra poetar
pensar pra escrever
uma bosta da vida
que matou
o poema
que não foi
tragado em nada.






Ex-fu amante
seria como se eu
Ex-crevesse
com SS's.