aos dias de pôr, próxima aos do nascer

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Dead








Um comentário:

Anônimo disse...

Jamais...
Poeta não morre nas palavras, talvez seja abafado pela insegurança fétida dos fracos ignorantes, os possessivos egoístas que não compreendem a imensidão do que goteja no suor frio das mãos "da poeta"...
Não se morre, renasce!