aos dias de pôr, próxima aos do nascer

quarta-feira, 9 de agosto de 2017


Voltei...

Boa tarde, pessoas que me inspiram!

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Voltei, como podem estar lendo algumas seduções por aqui.

Dialogando com euzinha - Pseudônimos: Maristela & Mika

Sabem, é difícil fazer de conta que uma inspiração é por si só, apenas uma inspiração. Escrever não é complicado, difícil mesmo é acordar com um musgo na boca. Esses dias eu me peguei desprevenida, nem eu imaginava tal situação numa altura dessas, ou melhor, nessa altura. Pois, convenhamos... Ela é alta mesmo. Nunca a vi de perto e tampouco toquei suas mãos. Ela não é bonita, ela é atraente e diferente das comuns. Deve ter sido isso a explicação para tamanho descompasso do meu cardíaco. 

O bom de ficar de queixo caído por ela é que de tão surreal que é, não corro o risco de nada. A minha imaginação já me sustenta e transborda caldas, rios, mares, águas dentro que caem pra fora.

Ah, como eu gosto do nosso beijo, Maristela! Tu és tão diferente, o lábio tem estilo e dentro deles um designer arrebatador de tudo. 

Não sei o quanto tu te sentes à vontade com essa situação utópica, mas eu convivo bem com isso. Ontem mesmo, não estava tão brava contigo... Mas na semana passada, ai céus, queria terminar tudo. Pois, que saco também, haja paciência limitar tuas histórias de uma vez por dia só. Poxa

Até mais!



sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Não dá mais, precisamos conversar.




O relacionamento já não estava lá aquela coisa, o café da manhã se resumia em apenas uma xícara e a noite em uma cama de casal de solteiro.  Aí de repente, um deles toma um poção de coragem em busca de um entendimento da vida e resolve desabafar...
Em simplesmente ouvir: Não dá mais. “Como assim não dá mais? De uma hora pra outra você resolve terminar tudo? Olha o que construímos...”.

A química do corpo entra em catarse. As reações fisiológicas de uma despedida é a única verdade que se pode ter certeza naquele momento. O derretimento de uma calda quente no pescoço, o suor nas mãos, uma vibração descompassada dos batimentos e milhões de pensamentos aleatórios, de vários momentos, inclusive de nos levar a pensar numa pegadinha e que tudo aquilo vai passar em instantes.

As coisas da autodefesa, que virão depois, é uma consequência do emaranhado da não aceitação e medo do fim. Mas que coisas são essas? Ora! A desesperança que ecoa nos gestos...

GOSTOU? Chega junto comigo, vem! CONTINUE LENDO em 




sexta-feira, 25 de novembro de 2016

amo-te

     Amo-te como um café e como os cinco minutos a mais de sono.

     Tu és o leito que navega na corrente entre meus peitos.
    
O teu gosto nunca se esgota no céu da minha boca.

     Amo-te como a primeira vez que me senti verdadeiramente amada.

     Amo-te na dimensão que se espalha o cheiro de um incenso.

     Amo-te em vida como se ama também na morte.

     Amo-te, amo-te... E parece que não basta, cada noite que passa, quero te amar ainda mais durante o dia.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

ah, como caracol...


Vou te escrever.
descrever.
escrever sobre tua pele
minha digital

deslizar meus braços
como caracol


entre os meus dez dedos,
bem espaçados
nas duas mãos espalmadas 
unindo carne a marcas manuscritas

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À mão
a dedos
aos pés que tanto ajoelho
sirvo-me da tua beleza
o perfume do teu cheiro
no meu corpo
no meu dedo
em travesseiro

na boca,
o céu
na língua,
o mel
na profundidade,
o nosso mergulho.

Mila Journée

terça-feira, 30 de agosto de 2016

bye

Estou me despedindo, de leve e de soco.  Faz alguns meses que decidi ficar num vai e vem, em vem e vai. Num fica e volta e ama não deixa de voltar.

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Conheci gente de face bonita, fui a bares e dancei que nem guria solteira. Aproveitei, escrevi em lugares bacanas, debaixo de plátanos da Universidade. 



Participei de uma maratona a qual fiquei em primeiro lugar. Conheci mundos gastronômicos e gente alternativa. Comprei um macacão e um abrigo fundilhado. 

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Já faz um ano e três meses. Que é bem pouco pra decidir alguma coisa? Ah é? Em poucos dias já havia decidido em ficar nessa lenga-lenga da qual estou me despedindo agora. Pouco é nada, né?

Pouco é coisa de quem acha que é pouco. 

Pude conviver com um Ser maravilhoso, pleno de lisonjas e prazer. Encontramo-nos em acasos e descasos da vida comum. Ousamos a permitir mais um amor e até hoje estamos permitindo a nos conhecer dia-a-dia num poema vivido e num relacionamento de liberdade.



Ah, Cidade Cultura!
Registro meus agradecimentos!
Tens as mulheres e homens tão bem amados!
Assim como São Chico, Santiago e Porto Xavier.

O boqueirão ... Ah, como eu orgulho num beirão...

Mas Santa Maria me deixou não entre as três Marias, nem as duas, nem uma... Deixou-me de quatro. Caidinha! 

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Flores do teu jardim



Eu olho as pétalas e vejo o teu sorriso plantando flores! 

Eu olho o jardim e te sinto em cada
Espécie...
Eu olho as petúnias, o amor perfeito
E penso que as rosas que plantou 
Na semana passada
Brotarão pra sempre, ano após ano
Nessa terra. 
Assim como a saudade que será também eterna!
Colorida e perfumada, como sempre foi...
Como sempre foram as flores do teu jardim.


Eu olho o espaço da cruzadinha
e penso em colocar uma semente
aguar e esperar a palavra formar
como tu sempre fazias 
para completar o espaço do meu jardim
que agora tem um eco incessante da pronúncia
saudade.

parece que nada foi embora
mesmo não vendo mais tuas mãos no jardim, na terra
 eu sinto o cheiro das rosas
mesmo não vendo o teu sorriso
eu a vejo porque eu sempre sorria junto
mesmo não vendo o teus passos
eu a sigo porque eu a vi andar muito
andar pelo pátio,
pelo jardim, indo e vindo...

olhava de longe e aproximava depois
para ajeitar um galho que estava meio torto
às vezes, fazia muito frio e mesmo o tempo assim, chamava-me
para mostrar o quanto estavam lindas, as flores
para contar as tantas cores formadas
como se fosse uma caixinha de surpresa
a espera de uma rosa abrir,
de uma pétala nascer.

assim, eu agradeço a cada flor daquele pátio
que soube muito bem arrancar sorrisos de ti,
minha vó eterna!

meu amor sem fim!







terça-feira, 9 de agosto de 2016

Ah ha aham

Aqui eu vivo
Há o que viver
Há vida
Desde que te vi

Aqui me vi
Há o que ver
Há olho
Desde que nu


Mila Journée_____.