aos dias de pôr, próxima aos do nascer

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Não dá mais, precisamos conversar.




O relacionamento já não estava lá aquela coisa, o café da manhã se resumia em apenas uma xícara e a noite em uma cama de casal de solteiro.  Aí de repente, um deles toma um poção de coragem em busca de um entendimento da vida e resolve desabafar...
Em simplesmente ouvir: Não dá mais. “Como assim não dá mais? De uma hora pra outra você resolve terminar tudo? Olha o que construímos...”.

A química do corpo entra em catarse. As reações fisiológicas de uma despedida é a única verdade que se pode ter certeza naquele momento. O derretimento de uma calda quente no pescoço, o suor nas mãos, uma vibração descompassada dos batimentos e milhões de pensamentos aleatórios, de vários momentos, inclusive de nos levar a pensar numa pegadinha e que tudo aquilo vai passar em instantes.

As coisas da autodefesa, que virão depois, é uma consequência do emaranhado da não aceitação e medo do fim. Mas que coisas são essas? Ora! A desesperança que ecoa nos gestos...

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