aos dias de pôr, próxima aos do nascer

domingo, 31 de maio de 2015

Less than a wall, trapped inside a box...


Da exposição: 

Less than a wall, trapped inside a box (Menos que uma parede, presa dentro de uma caixa).



Resumindo por aqui...

Um mergulho em cada um de nós
“Um mergulho naquilo que nos aprisiona e nos liberta"

Artista visual:  Sylvia Die

Sensação:  um olhar contemporâneo dos mitos gregos da Caixa de Pandora e da Caverna de Platão. A partir de auto retratos realizados em médio formato e de forma completamente autoral, a artista levou cerca de três horas e meia dentro de uma caixa de vidro de 74 centímetros para conseguir captar a aura dos sentimentos que nortearam seu trabalho.

Honestidade Absurda.
 Pensarmos o que nos prende e qual o desejo que nos liberta.


Sylvia Diez – A artista iniciou o bacharelado em fotografia na Faculdade de
Comunicação e Artes do SENAC em São Paulo, a seguir concluiu o Máster em
fotografia autoral pela I Escola de La Imatge, em Barcelona – Espanha (2009). Com formação visual construída nos oito anos de trabalho em fotografia, Sylvia Diez realiza um trabalho autoral e contemporâneo, propondo seu ponto de vista e trocando saberes com seus expectadores.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Pura sedução...?

Viciei e viciada vivo. Cada vez, drogo mais. Cada vez, dependo mais. Cada mais, mais vezes vicio. Das vezes que quero, quero arrebentar com tudo que sinto. 



Sinto uma máquina de choque eletrizando meu sangue, ele jorra dentro de mim, avermelha meus estereótipos. Um gosto de gozo implode em minha saliva agora.

ok.

a pedido, um trecho do livro!


Quem foi Dona Cila de Maria Gadú?

 
“Dona Cila” é uma grande homenagem para sua avó que morreu há alguns anos. “Na vida, sempre fui eu, minha mãe e minha avó. Fui criada com ela, que me ensinou tudo, desde música até como me relacionar com as pessoas.” A avó também teve seu papel na paixão de Maria pela música: apesar de ser cantora lírica - Cila perdeu a voz ao usar um produto químico em uma limpeza, trabalhando como empregada doméstica -, ela, filha e neta, que moraram juntas durante 13 anos, sempre ouviram de tudo, o que hoje faz com que Maria diga que suas influências vão de "Chico [Buarque] a Backstreet Boys".

     "Minha avó entrou num processo de morte durante um ano. Descobriu um câncer, desenvolveu a metástase e foi definhando. E eu definhei junto. Virei um vegetal, tinha uns dez quilos a menos", ela diz, relembrando a avó, sua "deusa de ébano, a melhor alma do mundo". "É impossível [falar dela sem sofrer]. Mas aquela dor de apego não tenho mais. Dá saudade, às vezes choro, porque a pessoa não existe mais neste lugar físico. Claro que a gente bate altos papos, eu converso com ela horrores, faço piada."

          Pouco tempo antes de a avó morrer, ela compôs "Dona Cila" em sua homenagem, uma das oito faixas autorais de seu primeiro disco, homônimo, lançado em 2009. Maria, que pela primeira vez havia pensado em desistir de compor e cantar, ligou para a mãe dizendo que tinha, enfim, entendido que a avó "tinha que ir embora" - e cantou, ao telefone, os versos da canção. 

        O clipe da música é belíssimo e conta com a interpretação da atriz Neusa Borges no papel de Dona Cila. Segundo Maria Gadú, o roteiro retrata dois grandes sonhos da avó: se apresentar em um teatro municipal e desfilar como baiana na Marquês de Sapucaí. Vale a pena conferir! 


De todo o amor que eu tenho
Metade foi tu que me deu
Salvando minh'alma da vida
Sorrindo e fazendo o meu eu
Se queres partir ir embora
Me olha da onde estiver
Que eu vou te mostrar que eu to pronta
Me colha madura do pé
Salve, salve essa nega
Que axé ela tem
Te carrego no colo e te dou minha mão
Minha vida depende só do teu encanto
Cila pode ir tranquila
Teu rebanho tá pronto
Teu olho que brilha e não para
Tuas mãos de fazer tudo e até
A vida que chamo de minha
Neguinha, te encontro na fé
Me mostre um caminho agora
Um jeito de estar sem você
O apego não quer ir embora
Diaxo, ele tem que querer
Ó meu pai do céu, limpe tudo aí
Vai chegar a rainha
Precisando dormir
Quando ela chegar
Tu me faça um favor
Dê um manto a ela, que ela me benze aonde eu for
O fardo pesado que levas
Deságua na força que tens
Teu lar é no reino divino
Limpinho cheirando alecrim

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Aos anônimos do blog

Bom dia, Anônimos de todos os anonimatos que recebi através de comentários!

Enfim, sem culpar Oliveiras ou Acerolas ou Rosas Ou coisas mundanas e prosaicas. Ninguém carregará a culpa. A culpa é das estrela? Lhúfas alacazã sucinananana! Travar esses dedinhos que tanto ouso em untar entre uma palavra e outra, expressão e  outra, um Ai e Outro, Oh e Aiuhun.... De maneira alguma, parar de parir - Jamais!  


Mas eu respondo os comentário: não agora, sem perturbações enjauladas. Somos asas de qualquer espécie e vento de qualquer elemento.

Pois digo -  irei viajar, já estou, já estou, entre nuvens, entre nuvens - bem aprazada daqui, daqui, daqui....

Vamos escrever? pois digo que vivo, eis que vivo!

Queridos anônimos dos comentários, não clamo um pseudônimo e tampouco a verdadeira identificação. Ora, o que me interessa na vida é dizer que ESTÁ TUDO BEM! TUDO BEM!


Sigo, então, o conto erótico! Estou devagar, a preliminar ainda está... Mas de lençóis eu já vivi!


sexta-feira, 22 de maio de 2015

Fechei




C O N FU N D I R AM
OS PERSONAGENS DA FICÇÃO
DE UM FANTÁSTICO MUNDO DE BOB
COM A VIDA REAL

POR ISSO
O TEMPO
FECHOU PARA
B A  LL  A N ÇO!


terça-feira, 19 de maio de 2015

Eu fingi que ouvi..e deu certo!

......

Tá bem!

Tá bem!

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...tuas deliciosas coxas sabor baunilha. É desse jeito que mereço ser entregue. Igual a parafusos bem rosqueados, bem arrimes. Um travesseiro pode tudo isso? Não, Oliveira. Ele não deve ser usado desta forma. Desviar sua finalidade seria injustiça frente às pessoas que o fabricaram. São tuas formas preenchidas e arribadas que deitam meu pescoço, minha cabeça, minhas intimidades mais insanas. Oliveira já viajou o México, a Paris, a Irlanda – Dublin! Dã blin em mim! Mexi comigo! Pa ri, Pa gozar em teu casulo mais penumbres! 


Oliveira viaja em mim – agora – mapeia meu estandarte corpóreo. Sua língua poliglota dialoga várias traduções diferentes. Diz palavras soltas que não interpreto, apenas sinto que gosto as coisas que diz com conhecimento. Oliveira, seria capaz de identificar a biodiversidade que transmuta este ser? Qual espécie lhe fartaria agora? Peço arrego às camomilas e um chá bem macerado delas. Com meus dedos lambuzados, quero deitar em teu espaço e adorar estrelas. Matou-me de amor, de cansaço, de penetrações tão bem dedilhadas. Meu Oliveira, quantas imaginações aguardam a realidade. És uma alteza que 'faraó' em breve…


Estávamos Ali,
papeando
o bom vinho
dialogando
a taça
indo e vindo

Ela me olhou
e disse:
Mais um gole?
eu fingi que ouvi:
"me console"
... e transamos!



segunda-feira, 18 de maio de 2015


Meu sonho erótico

Sonho meu...

Alguns trechos do que - realmente - não calhou. Foi sonho mesmo e nada assim. Estava guardando para o próximo livro, mas o personagem morreu antes da época, uma morte súbita. Desculpa, meus leitores, não sabia que assim seria.  E o que estou vivendo agora, quero só viver, só viver...


Sonhei até o fim, até agora. Várias noites em que fui inundada pelo erotismo da exuberância do teu corpo – que nunca vi – sei que é bonito. Momentos que respondeu os estímulos – meus – desejados. O sonho já está sendo. É esse, o qual, tu lês agora. Tenho medos. Medo de desagradar a realidade e estragar tudo. Desagradar um ao outro. Não serei capaz de continuar a mesma. Correspondo-me com esse caos incompleto. Tua presença, um dia, poderá fazer falta. Mas esses sonhos me levam da vida comum. Completam-me dia-a-dia. Seduzem e abduzem o que possuo.




Lembra a nossa troca de mensagens? Sei, fui inconveniente. Pedi-lhe o endereço (sem dúvidas da tua inocência). Jamais mandaria flores. Levaria a ti, minha entrega mais breve, mais relâmpaga, mais veloz, mais ligeira, mais faminta. Levaria esse sonho bem extasiado. Disse-me que havia dois endereços. Porém, apenas um chegou até mim. Imagina dois. O que levaria, então, ao outro? Se o primeiro já me entreguei; o segundo iria desintegrar!




Quando me olhou, eu o atraí nesse mal olhado. Prontamente eu o possuí em imaginações severas.  A intensidade das vezes está arrastando os sonhos. Adiando uma última vez, o esquecimento. Prolongando mais vezes, um pós-parto, fato, ficção… Nada disso. Não terá a última.  Mais vezes, mais… Cada vez – quero – mais. Sei, queres também. Das vezes que foi pra mim.





sexta-feira, 15 de maio de 2015

É aos poucos que a vida vai dando certo!


Escrevo uma carta de despedida, a missão tão bem formalizada para esse pronunciamento final. De agora, as flores amarelas não enraízam a terra que não é mais firme. Essa carta está impregnada de formol, para que o papel não amarele e que possamos lembrar essas palavras que eu escrevo e que você lê - agora - para o resto de nossas gerações universais. 

Nossas almas agora - bem abraçadas e todo aprendizado já concluído, já finalizado. Nada mais seria experiência e tampouco expectativa de vida, de vidas, de amor. Restou-me dizer que não, apenas não. Olhando teus olhos claros, tive a percepção de que eles deveriam flamejar outros horizontes - longe da minha visão de mundo e desejos - 

Aí, de repente, caio num sistema solar e o corpo principia um derretimento do sangue, onde tudo pega fogo, a dor da perda de quem - uma época - era amor, foi amor. O coração já em cinzas, uma cor avermelhada respinga entre as intrínsecas artérias da arte, do miocárdio, do fim!




quarta-feira, 13 de maio de 2015

Um brinde ao Novo, Feliz Aniversário!!!



Comemorações de aniversário!

Gostou do presente?

Ah? Não abriu o pacote, ainda? Mas o presente é assim...

Dentro da embalagem, existe um abraço confortável e aconchegante envolto por uma derme cheirosa, um aroma inebriante que transmutará em  tua pele quando o enlace for sentido. Tem um beijo também, bem embrulhado e com uma fita aveludada. Quando abrir o embrulho, os lábios se libertarão e eu, de longe, beijarei os teus - sem parar - como asas de borboletas desembaraçadas no ar. Beijarei até que abra o último pacote, até que a borboleta pouse no botão de uma rosa esverdeada - que nem teus olhos - que nem teu lábio, um terno voejo ... 

Dentro de todos os pacotes, bem no interior, naquela parte sinuosa que ninguém atenta, tem um registro da minha alma escrita com letra descompromissada:  Parabéns! Eu sei, meu bem, são tantos parabéns que já não sabe em que sentido agradecer, retribuir. Tudo bem, eu apenas gostaria que a desvenda do pacote fosse dedilhada pelas tuas mãos tão bem untadas.

Dentro da embalagem existe uma pétala que tem a missão de lhe entregar outras, e essas outras lhe entregarão as rosas e as rosas lhe entregarão um amor novinho em pétala, em raiz, novinho em Folha!


P A R A B É N S 
quem
faz
mais
um
que
vive
a vida
tão vivida
que
voejo
tão
bem-vindo
que
veio
voando
arrojar

P A R A B É N S
a
alguém
que não se faz
nem um ano a mais
pra saber
as coisas
que
quer
viver
aqui
agora
-comigo-
falar

P A R A B É N S

teus bens
sou eu
-todos-
meu bem
venha devagar
temos todos 
os 
aniversários
da vida
para comemorar
e
falar
o tempo
 que 
passou
meu bem,
ele
voltou

ele
- voltou - 

pra hoje, quem sabe,
nos devorar,
amar!


P P P P P P P ahhhhhh ra ra ra 
bens, bens! 





bem-meu-quer?
mal-bem-quero
bom-que-gosto
do teu bom gosto 
agora
do gosto da tua boca
amora
da pele do teu rosto
fosfora
meu bem-me-quero
porque apenas
quero, quero, quero...
a vida dentro de ti
deve ser Aurora! 







quinta-feira, 7 de maio de 2015

Minhas considerações finais e Ponto.

Considerações finais do último abraço que fiz. Por mais que não quisesse sentir a última vez, por menor que fosse o abraço, os braços nos envolveram num abraço alongado e o último encontro restou mais nenhum outro. Quando penso em chorar, abraço-me com a felicidade que me fez sorrir. 

O abraço da nossa última vez... Considerações finais e ponto!




ALGUNS trechos da última:

Um abraço, um abranjo que recebi depois da última vez que me abraçou também. Sinto, meu amor, a última vez que deveríamos nos arrendar. Esse que auferi quando passou segundos da meia-noite, amei. Senti o corpo duas vezes, compreendi-me num aperto confortável de que além do abraço nada mais seria próximo. Foi o que deveríamos nos oferecer desde o primeiro encontro. Mas não. Aproximamos as bocas e toques mais sutis. 


...

Um abraço que retomou os meus espectros da física quântica. Os elétrons incendiaram o nível máximo da felicidade. Abracei desprovida do medo de sofrer depois. Fiz pelo fato de amar o que constitui e representa meu Ser. Dar e receber amor, amar. Enfim, diante de todas as orquídeas e frutas dos cosmos, amei beijar a constituição da tua vida, da alma de um ser que nem eu. Igual a mim.


....

Desejo todos os abraços mais sentidos e confortáveis que a vida possa lhe presentear. Desejo um desejo mais desejado que a ti faça sentir. Desejo o abraço mais formidável além da dádiva que sentiu em me abraçar. Desejo que alguém lhe abrace em todos os momentos que carecer. Desejo que um ser consiga te fazer feliz além do jeito que eu consegui te fazer. Desejo-lhe a vida das folhagens, das plantas que produzem frutos, dos animais que ousam te preencher. Desejo alguém acima das coisas que não consegui fazer, que não consegui conquistar, que não consegui nascer ao mesmo tempo que você, que não consegui acertar os tempos desiguais para igualar nossas formas de ter.



....

Por último, aquele abraço da última vez. O mais demorado com um propósito: de não mais nos esquecer. Neste momento, abraço palavras que jamais esquecerei de ler, de escrever, por ti, meu amor, poetar pra aproximar teu ser.

Eu quis tanto teu amor, tantas coisas. 'Os' cosmos afastaram os encontros, mas seguirei o próximo livro em imaginações férteis de realizar tudo que não pude te satisfazer. 

 

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Mais uma da Gadú

A cantora Maria Gadú atualizou seu site oficial com a arte de um novo disco de estúdio chamado Guelã, a ser lançado em breve.



Maria Gadú anuncia novo disco, “Guelã” – ouça a inédita “obloco”

Além de informações sobre o álbum, Gadú também disponibilizou uma música inédita chamada“obloco”, que é tocada como pano de fundo do site.


Guelã é o primeiro disco lançado por Maria Gadú desde 2011 e a promessa é de que a sonoridade do álbum traga diversos elementos diferentes ao som já característico da cantora, guiado por sua voz única.

Letra:
quando eu lançar meu bloco 

o bloco dos sem medo
um bloco happy
um bloco crente
um bloco black 
um bloco free
quando eu dançar pro povo
vou de bloco de cimento
eu vou correndo
eu vou dizendo
esse bloco é lindo
demais
assim
eu já vejo juntando gente
de todo tipo
com belas vestes
bailando leves
na madrugada
a manhã
virá
ver
obloco
fora do carnaval
no chão do inverno
e
a
lua
vai
ter um recital
do povo contente aos berros na rua
pra fazer do povo saudade
esse bloco canta
vidas inteiras
e a multidão
que se afoga
ao dia
essa noite
é
porta estandarte
quando ao auge
o corpo
exala
paixões florais
pela própria dança
ninguém se fala
ninguém se cansa
a
alma
é
o
pulso
do
bloco







Renascer, resta

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Caféccina

Um elo nos capuccinos que os teus lábios acabam de beber, aquecer, provar dois beiços desiguais num arome de café, de prazer. Mas não sei, teu cheiro também deve ser melhor que você! 

Ainda escreverei  algo 'coisa' sobre o café que sonho em dividir a boca do bule.
Dividir um frio. Como seria? Menos fria ou nós mais aquecidas? Abraça-me, pois então!





 Mais    um gole? Beba tudo e quem sabe, vai gostar de ser provada também.
Ou vá à boca que te engoliu!! Porque a minha, meu amor, ferve quente de tanto morder os lábios, cerrar os dentes e inflar os pulmões pra dentro. Ihãããa!!!



Nunca soube se estava mais a fim! 
Fim.
im.
m.ulher

Dividir um beijo, um gole, uma alma, uma cama... Isso é um Camaccino! Delírioccino! No,no...  Isso foi uma cafeccina mesmo!

Só uma a que ama, não dá, amor! Sem cama, tem gente aqui debaixo, que também abana!querendo abrir teu zíper e catar coisinha dentro de ti. Sai (de trás) de ti, meu amor, sai daí satanáss ah!




putaquepariu!denovo!

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Abra suas asas...


Boa tarde de feriado! Agradeço aos leitores do blog pelos e-mails que recebi sobre a volta ao blog. Jhon, Denise, Fernando, Cristiane... Enfim, todos que por aqui passam! Em breve, novidades eróticas, livros, petiscos e poesias! 

Abra suas asas, solte suas feras!

Nem todo amor nos faz libertos, nem todas as pessoas são assemelhadas. Essa inconstância me fez pensar nos interesses que os interessados habitam aqui, Agora, neste exato contexto! Qual é a dor que dói mais? Já, já começo a doer palavras. Só assim para alguém se superar também! 

Hoje eu estou percebendo as caridades que já passei, amanhã será um outro amor.
Beijos, beijos, beijos!

Acabou em mim - assim - em vão, espeçada, dividida em dois tempos desiguais. Neste momento, encerro minhas publicações, ou melhor, deixo o capítulo silenciar, emudecer e adorar outras Deusas!