aos dias de pôr, próxima aos do nascer

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

E o noivo pode beijar a ... Marília




Marília de Dirceu,
 aqui neste contexto, não.

Marília de Eduardo,

sim.
Edu de Mar também!

O Mar e a Ilha

O Edu e o arado
Um Marilhado de emoções
e amor de Marília
com Eduardo.

O Mar arado

que Eduardo soube
arar, expondo o amor
à ação do sol
e fotossintetizando
a Marília em sua terra,
em seu coração.

Casaram-se, 

e vivem felizes
desde o dia em
que brotaram na vida!



E o noivo pode beijar a...



Noiva, a mulher, a companheira... E esse beijo ecoará enquanto os lábios puderem se desejar e os olhos flamejar o sentido de estarem juntos. 

Como o nome já traz as letras que formam a palavra CASA, eu é que não vou explicar as duas últimas sílabas. Tudo bem, as coisas não se explicam, elas se vivem e partem de vivências também. 

Vou ousar numa tentativa: escrever sobre o amor de duas pessoas. 

Duvido, mas eu duvido alguém que não se emocione ao ver uma mulher trajando um tecido branco. Ou melhor, uma noiva desfilando no tapete vermelho. Ou bem melhor, uma Mulher linda e que durante aquele momento – completa-se de beleza, de felicidade, de prosperidade, de amor. Linda mesmo, bela de viver. Ela vestia branco e o reflexo de seus olhos faziam o espelho da áurea e de sua essência.  Formosa e polida. Linda!

Não há pessoas no mundo que não discuta sua beleza, não há noivo no mundo que se arrependerá desse dia. Dando certo ou não, dando ou não. Ninguém esquecerá o dia e tampouco a cor do vestido da noiva e da garotinha que passeou com duas alianças, com o elo, o fecho e desfecho.

Mas eu torno a escrever, que noiva linda. Linda mesmo! Por fora, tudo bem. Mas espelhar a sua pintura interior pelo rosto e escorrer as cores pelos olhos. E ainda, sorrir diante de cada convidado, saudar a todos e sorrindo e firme. Tudo bem? Sim, é tudo bem. Mas é tudo amor e reconhecimento diante do empenho dos familiares: pai, mãe, irmãos, avós, tios e primos e amigos e conhecidos e estranhos...

Naquele instante, havia a levíssima sintonia de andarem juntos. Mesmo o noivo com o sorriso estagnado e mãos trêmulas, ansiosas… Nada menos, né? Nada de menos. Esperar um ônibus em atraso já nos remota a dobrar os dedos. O que deixamos para o noivo, então? Pensamos, num primeiro momento, que é estranho chegar à igreja, cumprimentar o noivo e olhar para o lado e…  Mas estranho seria se eles não fossem apaixonados um pelo outro e se a noiva chegasse primeiro que Ele. Acontece, eu acho.

O noivo, geralmente, não sente o frio que a noiva sente. Mas o frio que ambos sentem, é o mesmo. Acredito que a temperatura fica coisa inexistente e insensível diante do calor que os levaram à igreja, ao altar, aos dizeres de “na alegria e na tristeza”, ao Sim e o noivo pode beijar a noiva…



Parabéns Marília e Eduardo pelo belíssimo casamento. Digo novamente, estavam lindos mesmo! Desejo um eco de felicidade e um oceano repleto de emoções ainda não experimentadas. Desejo um rio de águas doce e o mar de sais cristalinos. Desejo que os desejos da vida dos dois sejam realizados!

Tim-tim!

https://vimeo.com/142192113

Camila Jornada

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