aos dias de pôr, próxima aos do nascer

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Uma Boca Cama de Sexo!!!!

Resolvi postar um conto erótico, depois de meses sem apimentadas por aqui… Voltei!
Divirtam-se!
Bye… Bye…
Porque quem tem boca come a Romã!
Uma jalapeño, delícia também!


Garota Infernal - Amanda Seyfried and Megan Fox - melhores cenas lésbicas no cinema

Uma boca cama de sexo

- Estás servida, amor?
- Sim, meu bem.
- Vamos tomar um café, então.
- Tá ok, eu pego o chocolate.

Coloquei o chocolate entre meus dentes e logo em seguida, caiu no meio da língua. Entre uma palavra e um beijo, derretia como quem faz carinho no rosto. Derretia aquele quadradinho gostoso. Aos poucos, perdendo sua forma. Minha boca, toda untada de cor marrom. Meus lábios, apeteciam colorir os teus.

Com a mão direita, encostei suavemente teu pescoço e aproximei meu tronco junto ao teu corpo. Cochichei no ouvido: “alguém mais vai querer chocolate”? Respondeu-me com um gemidinho molhado e logo de boca, entrou na minha.

Dividimos o gosto doce através dos encostes das línguas, em movimentos circulares e improvisados. Com a mãe esquerda, tateei os botões da tua camisa. Comecei pelo primeiro e mais um gemido ouvi escapar de ti.  O corpo tremia em pulsações repetitivas e a calcinha já azeitando os lábios inferiores.

Deslizei meus dedos como a suavidade de uma pluma ao quedar no chão. Parecia que estava tocando uma sinfonia, dedilhando as teclas de um piano. Continuava beijando serenamente seus lábios e os dedos entrando em contato com a tua derme, a pele, o cheiro.



Tocar em teu seio era uma das coisas mais excitantes que já pude sentir, dentre as outras que conheci.  Aproximar meus dedos junto ao bico dele era como se fossem polir pontas de pedras raras.

Já dentro de sua camisa e com os botões arredados, envolvi meu braço pela tua cintura e comecei, com a ponta da língua, aproximar o seio. Sem encostar na pontinha deliciosa, mantinha minha boca próxima dele, soltando um ventinho pelos dentes e oferecendo movimentos com os lábios.

Fui surpreendida quando segurou firme meu pescoço e empurrou teu seio dentro da minha boca. Assim, movimentava meu pescoço e uivava baixinho como um vento norte zambo. Meu tronco firme e bem colado na tua boca, ou melhor, bem melhor: minha boca engolia teu seio e a língua num sentido norte-sul acariciava aquele bico excitado e firme de tanto sangue.


Minha língua ousou uma descida mais íngreme, percorri tua pele com o gosto que polvilhava de mim. Reclinei teu corpo, ainda sentada na cadeira, beijei o rosto, pescoço e as mãos seguravam – agora – a cintura. Perguntei-lhe:

- Vamos para o quarto?
- Não. Vamos ficar aqui…
- Vamos pra nossa caminha, só um pouquinho. Não consigo te enlouquecer do jeito que almejo neste lugar.
- Mas eu quero te comer aqui!
- Eu é que estou te provando, meu amor… Deixa-me continuar na cama!
- Venha, então.



Ela segurou firme minha mão e conduziu ao quarto. Agarrou a cintura e encostou junto à borda do colchão. Ela quem estava me levando aos céus, naquele momento. Então, joguei meu corpo seminu sobre o colchão. Fiz poses de quem estava desejando ser experimentada. Ela aproximou com cuidado, tirou minhas calças e conversou com meu ouvido:


- Alguém quer me dar a bundinha hoje? Hein? Alguém quer que eu beije essa bundinha deliciosa? Hã? Quer? Alguém quer que eu dê um beijo de língua nela? Quer?
- Ai, amor. Que delícia. Eu te amo! Eu te amo! Eu te amo!

Já estava impregnada de lubrificação própria. Sentia escorrer entre minhas coxas. Desejava os dedos longos, desejava suas mãos, desejava o toque dela dentro de mim. Desejava que ela entrasse profundamente. Desejava pertencer a ela e mais nada.

Então, fiquei de costas diante dos teus olhos. Abri as perninhas e senti uma língua quente contatar com meu pescoço. Entre mordidas e beijos e passar de língua e saliva, ela percorreu minhas costas e começou acariciar a parte superior dos meus glúteos, com os seios. Colocou, então, a lateral do dedo indicador em contato com minha pepeca. Disse-me:

- Meu amor, que delícia que tu é. Minha gostosa. Como pode ser tão deliciosa? Nossa, toda molhadinha que escorreu entre meus dedos, meu amor. Te quero toda, agora. Te quero toda, sempre. Vou molhar tua bundinha com o teu gozo. Vou te untar, azeitar, estremecer teu corpo.  Quero comer tua bunda e lamber teu … Tu deixa amor? Deixa, minha princesa? Eu te amo, minha linda!



- Venha, meu bem. Estou tremendo de vontades de ti. Estou quente por tua língua em mim. Tenho erupções pelo teu vulcão iminente.
Começou a lamber suavemente o caminho que percorre a abertura da bunda, em direção à entrada anal. Senti um vapor quente deslizando em sentido vertical, em pausados movimentos. Já dimanava fluidos pelas coxas, transbordavam de tal jeito, no instante que desceu a língua até o clitóris, formou um fio espesso de lubrificação da ponta da língua até o meu ânus.

- quanta secreção, delícia minha! Credo, minha amada! Quer meu dedinho nela também? Ou quer apenas minha boquinha nele? Vou penetrar bem lentamente meu dedinho na pepequinha, tá amor?

- isso, amor… Isso, eu sou tua. Meu corpo é todo teu. Faça do jeito dos teus desejos e amores por mim. Faça tua língua implodir dentro dele.



Enquanto a língua – extasiante -  da minha amada traçava a bunda de norte a sul, meu corpo respondia com gemidos descontrolados. Seu dedo adentrava a pepeca, vagarosamente. A língua, cada vez mais quente e frequente na cinética. Com o polegar, tocou o meu clitóris. O corpo foi ao ópio, à loucura de prazer. 

Enxerguei mais nada de tanto prazer. Sentia que além daquele sexo, o amor estava presente em cada toque. Parecia surreal e tão real. Senti o que nunca havia oferecido aos meus sentidos a oportunidade de sentir. O sexo era um segundo sexo. Percebia o corpo dela amando tocar o meu. 

Por isso que eu abrangia tanto prazer. Um sentimento envolvente e sedutor. Eu quis me entregar toda, como se fosse meu primeiro amor, o primeiro orgasmo, o mais inebriante. Como se eu explodisse dentro da boca e lábios dela e depois agarrasse com unhas e dentes a explosão.



Não vencia apagar tanto fogo, estagnada pelo prazer e imóvel pelo desejo e amor. Apenas consenti ser amada e comprovada pelos teus dedos. Adjudicar e entregar as inovações do deleite das quais nem sabia que era capaz de sentir em vida.

Duas mulheres extasiadas pelo ópio sexual e quente. Oferecia tanto prazer a ela à altura do mesmo prazer que sentia. Os pares ação e reação nos fartaram além da ciência. O meu desejo tocava seus dedos e estes faziam nuances em minha alma.

Diante de tamanha incompreensão do fato, nada deveria explicação: no amor, nada se explica. Apenas implicamos a ele e o resto, tornou-se o amor fervoroso e insuscetível de qualquer graça e anistia. Sujeitamo-nos num só corpo e espírito.



- Nossa, minha princesa, eu te amo! Amo! Amo! Amo! Quer que continue tocando teu clitóris e penetrando e beijando teu cuzinho da maneira que estou?

- Mais, amor. Mais, meu bem. Estou estremecida e teus dedos impregnados de tanta lubrificação.

- Então, continuarei tocando e beijando. Mas desejo provar o gosto do teu gosto em minha boca.



Então, ela me virou. Ficamos frente a frente. Sua boca estava dilatada e rosada. Abriu minhas pernas e sua língua entrou no meu âmago, nas minhas fisiologias. Os lábios movimentavam-se enlouquecida vezes. Que belo sexo oral!





- Ai, que boca caliente e gostosa! Ai, amor.. Ai, amor! Quero mais, mais, mais!

Ela projetou a língua pra frente e pressionou contra a abertura da minha buceta. Encostando, então, toda a face junto a ela. Em repetitivos movimentos enlouquecedores, minha boca já balbuciava o gosto do gozo. Os teus olhos me espiavam por cima, como se eles tirassem fotografias das várias expressões do meu rosto, do prazer que estava me conferindo. Teu olhar me excitava, tirava o eixo de órbita e eu só queria saber de ti na minha vida, por toda a minha vida…



- Minha mulher, tu é minha! Minha, minha! Eu vou explodir na tua boca, amor… Daqui a pouco, quase nada pra estourar.

- Ai, delícia, amada minha! Quero sentir o que se é produzido dentro de ti. Quero lamber teu gozo, sentir o gosto, saborear minha boca com tamanho sentimento. Vai, meu amor… Vai… Vai pra dentro de mim!

- Meu amor, ai.. ai.. ai.. ai… aiiiiiiiiiiiii!!!!!! Minha mulher, eu te amo!
Explodi por fora e dinamitei por dentro. Fervi e esfriei ao mesmo tempo. Sinapses e arrepios. Céu e céus. Parecia que estava caindo do céu ou quedando de Paraquedas. Jorrei o fluído na ponta de sua língua… Fui ao ópio e acabei tornando viciada na tua boca, lábios e língua.  Viciada em ti, na tua vida.



Ainda bem que estou casada contigo… Eu te amo!

5 comentários:

Anônimo disse...

SEM COMENTÁRIOS!

Anônimo disse...

A parte da entrega, a do final, a transa sem perder o amor.

Brandão disse...

Quantas questões a serem levantadas, lidas e relidas. Explosão de palavras.

Anônimo disse...

Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh

Julio Prates disse...

Já tinha ouvido falar dos seus pendores literários. Li seu blog atentamente e mais, especificamente, o conto em tela. Admirei muito seu estilo, rico,detalhista, envolvente. Vc é uma grande escritora, um talento ímpar. Raridade. Meus cumprimentos.