Uma Boca Cama de Sexo!!!!
Resolvi postar um conto erótico,
depois de meses sem apimentadas por aqui… Voltei!
Divirtam-se!
Bye… Bye…
Porque quem tem boca come a Romã!
Uma jalapeño, delícia também!

Uma boca cama de sexo
- Estás servida, amor?
- Sim, meu bem.
- Vamos tomar um café, então.
- Tá ok, eu pego o chocolate.
Coloquei o chocolate entre meus
dentes e logo em seguida, caiu no meio da língua. Entre uma palavra e um beijo,
derretia como quem faz carinho no rosto. Derretia aquele quadradinho gostoso.
Aos poucos, perdendo sua forma. Minha boca, toda untada de cor marrom. Meus
lábios, apeteciam colorir os teus.
Com a mão direita, encostei
suavemente teu pescoço e aproximei meu tronco junto ao teu corpo. Cochichei no
ouvido: “alguém mais vai querer chocolate”? Respondeu-me com um gemidinho
molhado e logo de boca, entrou na minha.
Dividimos o gosto doce através
dos encostes das línguas, em movimentos circulares e improvisados. Com a mãe
esquerda, tateei os botões da tua camisa. Comecei pelo primeiro e mais um
gemido ouvi escapar de ti. O corpo
tremia em pulsações repetitivas e a calcinha já azeitando os lábios inferiores.
Deslizei meus dedos como a
suavidade de uma pluma ao quedar no chão. Parecia que estava tocando uma
sinfonia, dedilhando as teclas de um piano. Continuava beijando serenamente
seus lábios e os dedos entrando em contato com a tua derme, a pele, o cheiro.

Tocar em teu seio era uma das
coisas mais excitantes que já pude sentir, dentre as outras que conheci. Aproximar meus dedos junto ao bico dele era
como se fossem polir pontas de pedras raras.
Já dentro de sua camisa e com os
botões arredados, envolvi meu braço pela tua cintura e comecei, com a ponta da
língua, aproximar o seio. Sem encostar na pontinha deliciosa, mantinha minha
boca próxima dele, soltando um ventinho pelos dentes e oferecendo movimentos
com os lábios.
Fui surpreendida quando segurou
firme meu pescoço e empurrou teu seio dentro da minha boca. Assim, movimentava
meu pescoço e uivava baixinho como um vento norte zambo. Meu tronco firme e bem
colado na tua boca, ou melhor, bem melhor: minha boca engolia teu seio e a
língua num sentido norte-sul acariciava aquele bico excitado e firme de tanto
sangue.
Minha língua ousou uma descida
mais íngreme, percorri tua pele com o gosto que polvilhava de mim. Reclinei teu
corpo, ainda sentada na cadeira, beijei o rosto, pescoço e as mãos seguravam –
agora – a cintura. Perguntei-lhe:
- Vamos para o quarto?
- Não. Vamos ficar aqui…
- Vamos pra nossa caminha, só um
pouquinho. Não consigo te enlouquecer do jeito que almejo neste lugar.
- Mas eu quero te comer aqui!
- Eu é que estou te provando, meu
amor… Deixa-me continuar na cama!
- Venha, então.
Ela segurou firme minha mão e conduziu
ao quarto. Agarrou a cintura e encostou junto à borda do colchão. Ela quem
estava me levando aos céus, naquele momento. Então, joguei meu corpo seminu
sobre o colchão. Fiz poses de quem estava desejando ser experimentada. Ela
aproximou com cuidado, tirou minhas calças e conversou com meu ouvido:

- Alguém quer me dar a bundinha
hoje? Hein? Alguém quer que eu beije essa bundinha deliciosa? Hã? Quer? Alguém
quer que eu dê um beijo de língua nela? Quer?
- Ai, amor. Que delícia. Eu te
amo! Eu te amo! Eu te amo!
Já estava impregnada de
lubrificação própria. Sentia escorrer entre minhas coxas. Desejava os dedos
longos, desejava suas mãos, desejava o toque dela dentro de mim. Desejava que
ela entrasse profundamente. Desejava pertencer a ela e mais nada.
Então, fiquei de costas diante
dos teus olhos. Abri as perninhas e senti uma língua quente contatar com meu
pescoço. Entre mordidas e beijos e passar de língua e saliva, ela percorreu
minhas costas e começou acariciar a parte superior dos meus glúteos, com os
seios. Colocou, então, a lateral do dedo indicador em contato com minha pepeca.
Disse-me:
- Meu amor, que delícia que tu é.
Minha gostosa. Como pode ser tão deliciosa? Nossa, toda molhadinha que escorreu
entre meus dedos, meu amor. Te quero toda, agora. Te quero toda, sempre. Vou
molhar tua bundinha com o teu gozo. Vou te untar, azeitar, estremecer teu
corpo. Quero comer tua bunda e lamber
teu … Tu deixa amor? Deixa, minha princesa? Eu te amo, minha linda!

- Venha, meu bem. Estou tremendo
de vontades de ti. Estou quente por tua língua em mim. Tenho erupções pelo teu
vulcão iminente.
Começou a lamber suavemente o
caminho que percorre a abertura da bunda, em direção à entrada anal. Senti um
vapor quente deslizando em sentido vertical, em pausados movimentos. Já
dimanava fluidos pelas coxas, transbordavam de tal jeito, no instante que
desceu a língua até o clitóris, formou um fio espesso de lubrificação da ponta
da língua até o meu ânus.
- quanta secreção, delícia minha!
Credo, minha amada! Quer meu dedinho nela também? Ou quer apenas minha boquinha
nele? Vou penetrar bem lentamente meu dedinho na pepequinha, tá amor?
- isso, amor… Isso, eu sou tua.
Meu corpo é todo teu. Faça do jeito dos teus desejos e amores por mim. Faça tua
língua implodir dentro dele.

Enquanto a língua – extasiante - da minha amada traçava a bunda de norte a sul,
meu corpo respondia com gemidos descontrolados. Seu dedo adentrava a pepeca,
vagarosamente. A língua, cada vez mais quente e frequente na cinética. Com o
polegar, tocou o meu clitóris. O corpo foi ao ópio, à loucura de prazer.
Enxerguei mais nada de tanto prazer. Sentia que além daquele sexo, o amor
estava presente em cada toque. Parecia surreal e tão real. Senti o que nunca
havia oferecido aos meus sentidos a oportunidade de sentir. O sexo era um
segundo sexo. Percebia o corpo dela amando tocar o meu.
Por isso que eu
abrangia tanto prazer. Um sentimento envolvente e sedutor. Eu quis me entregar
toda, como se fosse meu primeiro amor, o primeiro orgasmo, o mais inebriante.
Como se eu explodisse dentro da boca e lábios dela e depois agarrasse com unhas
e dentes a explosão.

Não vencia apagar tanto fogo,
estagnada pelo prazer e imóvel pelo desejo e amor. Apenas consenti ser amada e
comprovada pelos teus dedos. Adjudicar e entregar as inovações do deleite das
quais nem sabia que era capaz de sentir em vida.
Duas mulheres extasiadas pelo
ópio sexual e quente. Oferecia tanto prazer a ela à altura do mesmo prazer que
sentia. Os pares ação e reação nos fartaram além da ciência. O meu desejo
tocava seus dedos e estes faziam nuances em minha alma.
Diante de tamanha incompreensão
do fato, nada deveria explicação: no amor, nada se explica. Apenas implicamos a
ele e o resto, tornou-se o amor fervoroso e insuscetível de qualquer graça e
anistia. Sujeitamo-nos num só corpo e espírito.

- Nossa, minha princesa, eu te
amo! Amo! Amo! Amo! Quer que continue tocando teu clitóris e penetrando e
beijando teu cuzinho da maneira que estou?
- Mais, amor. Mais, meu bem. Estou
estremecida e teus dedos impregnados de tanta lubrificação.
- Então, continuarei tocando e
beijando. Mas desejo provar o gosto do teu gosto em minha boca.
Então, ela me virou. Ficamos
frente a frente. Sua boca estava dilatada e rosada. Abriu minhas pernas e sua
língua entrou no meu âmago, nas minhas fisiologias. Os lábios movimentavam-se
enlouquecida vezes. Que belo sexo oral!



- Ai, que boca caliente e
gostosa! Ai, amor.. Ai, amor! Quero mais, mais, mais!
Ela projetou a língua pra frente
e pressionou contra a abertura da minha buceta. Encostando, então, toda a face
junto a ela. Em repetitivos movimentos enlouquecedores, minha boca já
balbuciava o gosto do gozo. Os teus olhos me espiavam por cima, como se eles
tirassem fotografias das várias expressões do meu rosto, do prazer que estava
me conferindo. Teu olhar me excitava, tirava o eixo de órbita e eu só queria
saber de ti na minha vida, por toda a minha vida…

- Minha mulher, tu é minha!
Minha, minha! Eu vou explodir na tua boca, amor… Daqui a pouco, quase nada pra
estourar.
- Ai, delícia, amada minha! Quero
sentir o que se é produzido dentro de ti. Quero lamber teu gozo, sentir o
gosto, saborear minha boca com tamanho sentimento. Vai, meu amor… Vai… Vai pra
dentro de mim!
- Meu amor, ai.. ai.. ai.. ai…
aiiiiiiiiiiiii!!!!!! Minha mulher, eu te amo!
Explodi por fora e dinamitei por
dentro. Fervi e esfriei ao mesmo tempo. Sinapses e arrepios. Céu e céus.
Parecia que estava caindo do céu ou quedando de Paraquedas. Jorrei o fluído na
ponta de sua língua… Fui ao ópio e acabei tornando viciada na tua boca, lábios
e língua. Viciada em ti, na tua vida.

Ainda bem que estou casada
contigo… Eu te amo!
Comentários