bye
Estou me despedindo, de leve e de soco. Faz alguns meses que
decidi ficar num vai e vem, em vem e vai. Num fica e volta e ama não deixa de
voltar.

Conheci gente de face bonita, fui a bares e dancei que nem guria
solteira. Aproveitei, escrevi em lugares bacanas, debaixo de plátanos da
Universidade.
Participei de uma maratona a qual fiquei em primeiro lugar. Conheci
mundos gastronômicos e gente alternativa. Comprei um macacão e um abrigo
fundilhado.

Já faz um ano e três meses. Que é bem pouco pra decidir alguma coisa? Ah
é? Em poucos dias já havia decidido em ficar nessa lenga-lenga da qual estou me
despedindo agora. Pouco é nada, né?
Pouco é coisa de quem acha que é pouco.
Pude conviver com um Ser maravilhoso, pleno de lisonjas e prazer.
Encontramo-nos em acasos e descasos da vida comum. Ousamos a permitir mais um
amor e até hoje estamos permitindo a nos conhecer dia-a-dia num poema vivido e
num relacionamento de liberdade.
Ah, Cidade Cultura!
Registro meus agradecimentos!
Tens as mulheres e homens tão bem amados!
Assim como São Chico, Santiago e Porto Xavier.
O boqueirão ... Ah, como eu orgulho num beirão...
Mas Santa Maria me deixou não entre as três Marias, nem as duas, nem
uma... Deixou-me de quatro. Caidinha!
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