aos dias de pôr, próxima aos do nascer

terça-feira, 30 de agosto de 2016

bye

Estou me despedindo, de leve e de soco.  Faz alguns meses que decidi ficar num vai e vem, em vem e vai. Num fica e volta e ama não deixa de voltar.

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Conheci gente de face bonita, fui a bares e dancei que nem guria solteira. Aproveitei, escrevi em lugares bacanas, debaixo de plátanos da Universidade. 



Participei de uma maratona a qual fiquei em primeiro lugar. Conheci mundos gastronômicos e gente alternativa. Comprei um macacão e um abrigo fundilhado. 

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Já faz um ano e três meses. Que é bem pouco pra decidir alguma coisa? Ah é? Em poucos dias já havia decidido em ficar nessa lenga-lenga da qual estou me despedindo agora. Pouco é nada, né?

Pouco é coisa de quem acha que é pouco. 

Pude conviver com um Ser maravilhoso, pleno de lisonjas e prazer. Encontramo-nos em acasos e descasos da vida comum. Ousamos a permitir mais um amor e até hoje estamos permitindo a nos conhecer dia-a-dia num poema vivido e num relacionamento de liberdade.



Ah, Cidade Cultura!
Registro meus agradecimentos!
Tens as mulheres e homens tão bem amados!
Assim como São Chico, Santiago e Porto Xavier.

O boqueirão ... Ah, como eu orgulho num beirão...

Mas Santa Maria me deixou não entre as três Marias, nem as duas, nem uma... Deixou-me de quatro. Caidinha! 

Um comentário:

Anônimo disse...

hahahahaah gostei!