aos dias de pôr, próxima aos do nascer

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Exagerei?

Uma correnteza, uma fome, as correntes.

Cadeados resistentes, armas poderosas e trilhas tortuosas.

Garras afiadas e os trovões arrepiantes.

Gargalhadas e deboches.

Fracos!

Desmaiados e incolores...

Vagões sem trilhos

Ninguém, não havia ninguém...

Fracos!

Tu é podre.

Carniça desgarrada.

Pura crueldade.

Oh, corrente torta.

Humano?

Jamais.

Um ferro não seria tão estúpido.

Uma rocha teria alma.

Um cadeado não se fecharia.

Uma tormenta seria uma neblina.

Uma chuva lavaria almas.

Deve calar-se eternamente, crueldade.

Uma boca que não come.

Mas, não desejo tua morte.

Apenas, volte para o inferno.

Isso basta!

Carniça podre!

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