aos dias de pôr, próxima aos do nascer

quarta-feira, 21 de julho de 2010

O Canto II

Nesse momento,
Que é único e verdadeiro,
Convido você:
Venha e suavize!
Deite e escute!

Pense naquilo que te faz mais forte,
Presencie minha sombra, o balanço e a significância...
Pare nesse amor:
A tua e a nossa inconstância!

Tem tudo, tem nada...
Entre crisântemos, entre Rosas...
Tem o branco, tem o fosco,
Tem criaturas, desenhos e fadas!

Tem verdades, confiança e mentirinhas...
Tem compreensão, compaixão e ironias,
Tem a lua, as estrelas e tempestades...
Tem o claro, o preto e as vaidades,

Tem tudo, tem nada...
É o completo desafiando o vazio,
É o teu sorriso, é um choro em rios...
É a união em lado algum
É o teu canto, é o teu silêncio...
É um episódio sem elencos!

É uniforme, constante e desordenado,
É objetivo, sentido e o fim...
São duas vidas, uma alma e nosso jardim.
Tem muito mais crisântemos que Rosas,

São movimentos, inquietudes e ebulições.
É também constância e várias direções...
Um dia cresceu nosso jardim
Hoje distribuo as Rosas do fim...

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