aos dias de pôr, próxima aos do nascer

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Me Saara


 
Deserto que me Saara
Das vezes que Mata
O meu fogo Ciliar
Das vezes que Ecoa o Sistema
Nas Depressões do teu corpo
Das vezes que Plana Alto
A neblina no Pico dos teus Seios

Das vezes que me Saara
Minha Guaju e sei o quanto Vira
Nossas Monta e As selvagerias
Galopantes em enxurradas
No meio das Em Gentes

Deserto que me Saara
Do gelo noturno
Em cima do nosso
Calor infernal

Me Saara
Minha Guaju e vira
O teu borbulhar escaldante
No fogo do meu vulcão

Me Saara
Desse caldo desértico
Sugue as Sangas
Que molham nosso
Mergulho noturno

Me Saara
Dessa Depressão
E Plana os teus galhos
No tronco do meu
Corpo Alto

Me Saara
Tire Foto e faça
A Síntese da Biodiversidade
Das Rosas e Camomilas...

Me Saara
Sugue o meu
Sangue branco
Eu, SereiA cama
Das ondas salgadas
Do teu repuxo!

Me Saara,
Porque meu bem
Nessa nossa praia
AmarÉAltaR!

Um comentário:

Rose disse...

Perfeita a colocação do teu poema...
Parabéns Mila!