aos dias de pôr, próxima aos do nascer

sábado, 8 de outubro de 2011

do amor... Ahh, de novo isso!



Do amor, nada adianta saber mais do que se acha
é mais do que ter dúvidas de que ele exista
é muito menos saber que ele existiu
é uma pétala: tim-bum e caiu

Do amor, só os teus lábios mafiosos para me convencer
do que um beijo ainda pode ser alguma coisa íntima
do amor, só resta ficar quietinha para não estragar o silêncio
dos que ainda casam no altar 
do amor,
é como uma rosa: depois de colhida, morre com toda a sua fragrância

Do amor, até os imortais se foram
sem saber que mortalizaram-se amando
do amor, até eu meu fui
sem saber que já estava lá

Do amor, sem previsão para finalizar
apenas existindo para discernir a origem
da dor que inexiste quando não se tem
e a compreensão para deixar ficar
quando já se foi embora
um Sol depois da chuva
meus olhos depois das lágrimas
o pólen depois dos ventos
do amor, é o que há, até o momento
e o momento, lamento, mas é amar...

Desculpem meus poemas de amor, de sorrisinhos e lábios pra lá e pra cá, mas alguém poderia me fazer sofrer? Às vezes, acho que não deveria perguntar essas coisas, assim como também às vezes penso que o mundo poderia ser bem diferente. Deixem-me só no altar...

3 comentários:

Tainã Almeida disse...

Os adultos vivem dizendo que a adolescência é um dos perídos mais
marcantes da vida. Mais o que o adolescente pensa disso? (sinopse do meu blog)
Acessa o meu blog?
"Blog de uma adolescente"

http://blogdeumagarotaadolescente.blogspot.com/

Espero a sua visita, se gostar do meu blog, segue lá, ficarei muito feliz.
Desde já obrigada, tenha uma ótima semana.
Atenciosamente Tainã Almeida.

Rafael Castellar das Neves disse...

Descule-se não...é o amor!

[]s

SolBarreto disse...

"Do amor, nada adianta saber mais do que se acha"

Camila concordo totalmente!!
Lindo poema!