aos dias de pôr, próxima aos do nascer

sábado, 7 de janeiro de 2012

Mais uma página para escutar


Ontem ganhei um baita presentão: o 2° CD da Gadú. Quando comecei a abrir o pacote, tive a impressão de estar desembrulhando uma coletânea. Com certza, esse segundo disco está mais maduro que o primeiro. Possui arranjos melhor elaborados, mas todas as faixas tem cara de abertura novela.  Lendo o Segudo Caderno do ZH, edição de terça-feira (3/1/2012), deparei-me com algumas questões referentes à originalidade da compisição musical da cantora. De fato, ficamos na dúvida se Gadú é uma interprete competente ou uma compositora pouco original. Mas Gadú tem o que ninguém lhe pode tirar: uma boa voz! Desde o primeiro contato com o álbum, já fica claro que a moça de 25 anos é a grande aposta da Som Livre.


A embalagem do CD possui 4 abas com fotos dela com a banda e frases que mencionam a beleza como temática: “beleza cabe onde algo for”.
Podemos sentir um certo amadurecimento, através das leras mais elaboradas, com o passar das faixas. 

Observa-se em "Estranho Natural", composição autoral, ares de violas, violinos e violoncelos: um capricho nos arranjos!!!


O encarte traz as letras em tipologias diferentes, como se tivessem sido rascunhadas pelos próprios compositores (é lindo ver “Oração ao Tempo” com a letra descompromissada de Caetano Veloso). Onde são dispostos os nomes dos autores, há uma fidelização sobre suas assinaturas. 



Mas qual será a melhor faxia do álbum? 

Enquanto isso, só uma certeza... "a super exposição da artista no horário nobre da Rede Globo deve permanecer.."

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