aos dias de pôr, próxima aos do nascer

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

altos-baixos repuxos...





Infinitos mares que a ti reservei
convivo com o desprezo seco
que tu não "cou-bes" umedecer
na maresia, te perco
em ondas que são ternos soluços
dos alto-baixos repuxos

Eterna luz do leste-sul
retorce, imprimi o ser luz
o teu olho-pupila azul
onde andas, fada madrinha?
já tive poemas de amor, juras e dor
hoje me vem um de saudade, sem a ti
ali, a vontade
sem rima rica, pobre-pobre rica

Por que não é como antes?
O primeiro dia, tu sorrias constantemente
não diga o nunca
sempre fui maluca por você
cadê?
os porquês pra mim param por aqui
a ti, apenas uma dês-coberta
sem lenço, palavra e penas
um ser da frieza gelada
eu ainda aquela boca Berta
inconstante, desce-sobe
descida,
sobe-desce
a prece
de quando te conheci

2 comentários:

A VIDA É UM ETERNO APRENDIZADO disse...

Bom dia!
É um grande prazer para mim poder conhecer seu blog.Admiro muito as pessoas que gostam de escrever ou divulgar seus trabalhos.
Tenha um lindo dia e que Deus te ilumine sempre.
Grande abraço
Se cuida

Arnoldo Pimentel disse...

Tudo que se perde pode também ser reconquistado.Beijos