aos dias de pôr, próxima aos do nascer

segunda-feira, 27 de abril de 2015

falando das musas

Falando das musas

Musa de hoje: a penúltima

A penúltima musa, adorável em todos os sinais conectivos... Confesso, emudeci e faltou mais nada para que o mundo virasse animal, punk, frenicoque! Tentamos contato, mas tive a impotência grudada em minha consciência. Nunca fui assim, ora! Estranhei-me de cabo a rabo. Mas adorava quando fazia as coisas que mais gostava - todas. Fumávamos, bebíamos, beijávamos, despíamos e prazeres da carne, da alma e das rendas - quanta lucidez e alucinação juntas? Um nome próprio que fiz, amei e gozei muito debaixo do surreal. Os cappuccinos... Capitu! Nossa, desigual em separar quem saiu ganhando mais. Nunca fomos apenas duas. Não gostávamos de dividir apenas em nós mesmas. De meras fatias a biodiversidade já era. Eu nós éramos de todos, das coisas, dos objetos, de dois e mais três, mas éramos felizes e nunca mais achei uma forma de te querer novamente...

Um beijo clandestino!

E hoje eu assopro as pétalas mais plumosas para que elas sobrevoem teus cabelos longos e que beijem teus dois lados da face, do rosto, das bochechas azuladas!




2 comentários:

Anônimo disse...

Brigado nada.

Juliani disse...

Nem tanta sujeira que fiz desfez. Foi por mim e não por ti. Sem arrependimentos do início ao fim. Brigado nada, eu quero um beijo. Parabéns, cada vez melhor.