aos dias de pôr, próxima aos do nascer

quarta-feira, 3 de junho de 2015

devaneios

Erguer olhos para não apagar
O claro que me surge é o fim do que falta
A nítida saudade se desfaz na correria de chegar
O pouco gosto que se vale é o de visitar
Porque a tanta solitude que aperta
Já sustenta o obstáculo de não mais aprazar


Erguer braços e direcionar o sempre seguir
O desisto do fraco é o repelente do campo
Assim acampo o pensamento que pelas graças
Não sai de mim porque penso em chegar lá
De fato, que estás ali.


Dividir o medo em sua inexistência
Ele não se cria porque não existe
Dividir o coração em metades iguais

Ele não se mata porque tem gente que também ama... 

Um comentário:

Anônimo disse...

e como ama...ama sem saber a que mais ama. mas ama.