aos dias de pôr, próxima aos do nascer

terça-feira, 18 de agosto de 2015

batalha do parnaso


    e se tu sabes o certo
não se entregarás
                     - pra sempre -

                 como eu também não fiz
eu soube voar





deserto seria                   o mundo
sem voltar para    casa
 do amor
nós = 
dentro da asa que
fechou



já sei que    lhe esperei o mundo
já sei que   o mundo nos esperou
que ódio                que tenho disso
mas não posso fazer mais
já fiz as coisas que seriam tudo

e que ódio              não fazer mais.

2 comentários:

Anônimo disse...

E que ódio Ser mundo pelo olhar alheio;
E que ódio Não Ser o Ser;
Que ódio... tentando Ser!

Anônimo disse...

essa mulher, a poeta do boqueirão! quem não lê seus versos, não conhece poema bom!